Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa
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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Luzes de Natal em Lisboa e no Porto

Natal iluminado em Lisboa por dois milhões de luzes!



E depois de Lisboa, a cidade do Porto...









terça-feira, 4 de dezembro de 2018

"Estás onde queres estar?"


Esta fotografia foi tirada no Porto por Hamilton Luduvice com um telemóvel. E eu aproveito para vos perguntar uma coisa: 


Vocês estão onde querem estar?



quinta-feira, 12 de abril de 2018

14 locais a visitar na Cidade do Porto



Aqui podem ver 14 Locais a visitar na Cidade do Porto - Portugal, entre muitas outras opções que podem observar na Cidade apelidada/classificada em 2017 de "Melhor Destino Europeu 2017".




sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A silhueta do Sandeman


Lembram-se os alunos do 2º ano da pintura naif de uma praça de Coimbra que tiveram de descrever no outro dia na sala? Ao fundo, no telhado de um prédio via-se uma silhueta. Cá está tudo bem clarinho.

Antes de começar, vamos ver aqui, uma fotografia dessa praça, a Praça do Comércio, embora nela não se veja a tal silhueta.

"Sandeman é uma marca de vinhos do Porto fundado em 1790. É bem conhecido pelo logótipo que apresenta um homem chamado Don vestido com uma capa de estudante português e um amplo chapéu espanhol." (Wikipédia)


Caves Sandeman na cidade do Porto





quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Faróis e tempestades



Farol na foz do rio Douro, no Porto. Uma fotografia de Nuno Sousa.

Deste outro farol, não sabemos onde fica...


Tempestade no farol. Fotografia de João Gama


quarta-feira, 5 de abril de 2017

A saltar da ponte D. Luís para o rio Douro



Desporto de risco? Se vocês fossem mais velhos, saltavam? Se não apreciam a altura de onde estes jovens vão saltar para as águas do rio Douro, reparem na fotografia. A altura desde o tabuleiro inferior da ponte até a água é de 25 m




A Ponte Luís I ou Luiz I, popularmente também chamada Ponte D. Luís, é uma ponte em estrutura metálica com dois tabuleiros, construída entre os anos 1881 e 1888, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia (margem norte e sul, respectivamente) separadas pelo rio Douro, em Portugal.

Esta construção veio substituir a antiga ponte pênsil que existia no mesmo local e foi realizada mediante o projecto do engenheiro belga Théophile Seyrig, que já tinha colaborado anteriormente com Gustave Eiffel na construção da ponte Maria Pia, ferroviária.

A ponte foi inaugurada em 1886 (tabuleiro superior) e 1888 (tabuleiro inferior e entrada em total funcionamento)

(Wikipédia)



sexta-feira, 31 de março de 2017

O Porto aqui tão perto (Sérgio Godinho)



O amigo Sérgio Godinho canta para nós esta canção, O Porto aqui tão perto. Reparem como faz um trocadilho com o nome da cidade do Porto e o advérbio perto, que todos sabem o que significa, não sabem?

É claro que uma canção como esta só se escreve tendo nascido no Porto, não é? Sérgio Godinho é portuense.


O PORTO AQUI TÃO PERTO

Vá comboio meu comboio
carrega na velocidade
pára só quando chegarmos
à cidade

Olá cidade do Porto
a lágrima ao canto do olho
estava fechada há que tempos
com um ferrolho

Custou tanto a chegar
mil e uma peripécias
quando menos se espera
o diabo tece-as

Ai eu estive quase morto
no deserto
e o Porto
aqui tão perto

Mal chegado vislumbrei
dois amigos do alheio
vasculhando a minha caixa
do correio

Ah tratantes apanhei-vos
com a boca na botija
com certeza não esperam
que eu transija

Não é nada do que pensas
viemos trazer-te um recado
que nos foi entregue
por um embuçado

Ai eu estive quase morto ...

Dizia assim o recado
no Palácio há variedades
se lá fores verás que vais
matar saudades

Eu matar não gosto muito
mas saudades é diferente
é como matar pulgas
alivia a gente

Cheguei lá e deparei
com uma mulher embuçada
intimei-a Pára lá
com essa tourada

Ai eu estive quase morto ...

Desembuça-mos vá lá
e já agora desembucha
com esse capuz mais pareces
uma bruxa

Diz-me o que fazes aqui
canto ali com as atracções
no conjunto do "Godinho
e os seus Godões"

Já te topo há quanto tempo
te não punha a vista em cima
diz-me lá se és ou não és
a Etelvina

Ai eu estive quase morto ...

Sou a Etelvina sim senhor
não me digas Etelvina
que andas assim por andares
clandestina

Clandestina? Não estás bom
Eu fugida? nem se pense
Este fato é só para aumentar
o suspense

Sou cantora no conjunto
e aparecemos embuçados
e ficam os espectadores
arrepiados

Ai eu estive quase morto ...

Mas na vida é bem diferente
ando de cara descoberta
com a cabeça e os sentidos
bem alerta

Já vi tantas injustiças
falo de dentro de mim
e o que me sai cá de dentro
sai-me assim:

Faço música pró povo
e tu retribois
e tu me inspiras sustenidos
e bemóis

Ai eu estive quase morto ...

E eu que também faço o mesmo
com o povo que me dá
gratuito o dó-ré-mi
e mais o lá

Lá fiquei a noite toda
numa de improvisação
a regenerar o corpo
e o coração


Ai eu estive quase morto ...




Bela vista do Porto a preto e branco


António Alfarroba é o autor desta fotografia do Porto. Com que objetiva é que ele a terá tirado? Com uma olho-de-peixe? Não. Ele diz-nos: "Panorâmica com montagem, devem ser umas 4 ou 5 fotos verticais :-)" 





quinta-feira, 30 de março de 2017

Coisas do Porto no blogue

Fotografia de Valter Manetta: o Porto e a ponte D. Luiz I


Eis algumas das mensagens já publicadas no nosso blogue sobre a cidade do Porto. Agora, alunos do 1º ano, vamos clicar nos links!


"A Porto e branco": o Porto visto do ar

"Os portuenses são muito bairristas"

A Casa da Música, no Porto

O que é uma francesinha?








segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Voltamos com o poeta Eugénio de Andrade

A cidade do Porto no inverno*

Infelizmente, meninos e meninas, as férias de Natal terminaram. Temos pela frente a continuação do ano letivo. Toca a trabalhar de novo. Leram alguma coisa nestas semanas?

Dou-vos as boas-vindas com este poema do poeta português Eugénio de Andrade, que morreu no Porto a 13 de junho de 2005.


INVERNO

Velho, velho, velho
Chegou o Inverno.

Vem de sobretudo,
Vem de cachecol,

O chão onde passa
Parece um lençol.

Esqueceu as luvas
Perto do fogão:

Quando as procurou,
Roubara-as um cão.

Com medo do frio
Encosta-se a nós:

Dai-lhe café quente
Senão perde a voz.

Velho, velho, velho.
Chegou o Inverno.

Eugénio de Andrade


(Aquela nuvem e outras)



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Rio Douro (Luísa Ducla Soares)

O rio Douro pintado por Dórdio Gomes


Vejam que lindo poema sobre um rio que nasce no nosso país e que desemboca na cidade do Porto, em Portugal. Nós dizemos Duero e os portugueses, Douro. Reparem o que se passa de um verso para o outro, do início até ao fim.


RIO DOURO

Rio Douro
De ouro o anel
Anel de Saturno
Saturno planeta
Planeta solar
Solar do Marquês
Marquês de Pombal
Pombal das pombas
Pombas da paz
Paz e amor
Amor ao próximo
Próximo comboio
Comboio a vapor
Vapor de água
Água com peixes
Peixes do rio
Rio Douro.

Luísa Ducla Soares

Do seu livro Poemas da verdade e da mentira 



quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A estação de S. Bento, no Porto, e os seus azulejos



Estávamos a falar da importância dos azulejos na cultura portuguesa  (havia uma fotografia de um azulejo com um barco no livro; em baixo temos mais um), quando um aluno da turma de 1º D, o José Luis, falou dos azulejos da estação do Porto. Cá está para que todos os vejam.


"A estação de S. Bento (cujo nome provém do antigo convento de São Bento de Avé Maria que existia naquele local) embora tenha entrado ao serviço no dia 7 de Novembro de 1896, só em 5 de Outubro de 1916 é que foi inaugurada oficialmente.

Esta estação ferroviária do Porto é célebre pelos painéis de azulejos, representando acontecimentos históricos passados em Portugal, que cobrem as paredes do hall de entrada da estação. Um friso colorido, na parte superior das paredes, descreve a história dos transportes em Portugal, terminando com a inauguração dos caminhos de ferro.

A meio de uma das paredes encontram-se ainda quatro painéis representando as quatro estações do ano. Os azulejos foram instalados entre 1905 e 1916 pelo artista Jorge Colaço, um grande pintor de azulejos daquela época. Ali estão colocados uns 20 mil azulejos cobrindo uma superfície de cerca de 551 metros quadrados."



Azulejo com um barco rabelo dos que transportavam o vinho do Porto pelo rio Douro





quinta-feira, 11 de junho de 2015

"A Porto e Branco": o Porto visto do ar




Pequeno vídeo com algumas imagens aéreas da cidade do Porto: A Porto e Branco, pois, a brincar com a preto e branco (nós dizemos "en blanco y negro") visto não ser a cores este vídeo e parecer-se tanto as palavras Porto e perto. Mas não faz mal ser a preto e branco, pois não? É uma belez. Vamos ver o Porto como se fóssemos um pássaro.





quarta-feira, 12 de março de 2014

Mais fotografias da Casa da Música, no Porto






Mais dados na mensagem "A Casa da Música, no Porto" (publicada no dia 18 de fevereiro neste blogue)


Página da Casa da Música



(Fotografias de César Augusto)



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

"Os portuenses são muito bairristas"

Vista da cidade do Porto ao entardecer


Como vimos no livro, os portuenses são muito bairristas, palavra que deriva de bairro (cuidado, reparem onde é que está o ditongo: bairro).

O dicionário Priberam diz-nos o seguinte desta palavra (escolhemos a segunda acepção):

bairrista
(bairro + -ista) - adjetivo de dois géneros e substantivo de dois géneros

 2. Diz-se de ou pessoa muito afeiçoada ao seu bairro ou à sua terra.

Fica claro? Alguém que gosta muito da sua terra, que sente muito afeto por ela.


Nota. Havemos de ver mais fotografias do Porto no blogue. Esse rio que aí veem é, naturalmente, o rio... Digam-me lá o nome.





terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A Casa da Música, no Porto



A Casa da Música é a principal sala de concertos do Porto.

Foi projetada pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas, como parte do evento Porto Capital Europeia da Cultura em 2001 (Porto 2001), no entanto, a construção só ficou concluída em 2005, transformando-se imediatamente num ícone da cidade.

A Casa da Música possui dois auditórios principais, embora outras áreas do edifício possam ser adaptadas para concertos ou espectáculos (oficinas, actividades educacionais, etc.).

O auditório grande tem uma capacidade inicial de 1238 lugares, mas pode variar de acordo com a ocasião.

O auditório pequeno é flexível, não sendo publicitado um número fixo de lugares, embora possa ser definida uma média de 300 lugares sentados e 650 lugares de pé, dependendo do tamanho e da localização do palco, da disposição das cadeiras, da presença e do tamanho do equipamento de som e de gravação, etc..

No topo do edifício, existe um terceiro espaço para espectáculos, projetado para 250 lugares.


(Dados e fotografias da Wikipédia)


 Vista do auditório




A Casa da Música na noite da inauguração, em abril de 2005




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O que é uma francesinha?

Uma francesinha caseira

O que será essa Francesinha de que gosta o Hans do nosso livro? Vejam lá! Acho que quem comer uma destas, não vai ficar com fome! Evidentemente, é uma bomba calórica.


A Francesinha é um prato típico e originário da cidade do Porto, em Portugal. É constituída por linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e bife de carne de vaca ou, em alternativa, lombo de porco assado e fatiado, coberta com queijo (posteriormente derretido). É normalmente guarnecida com um molho à base de tomate, cerveja e piri-piri. Os acompanhamentos de ovos estrelados (no topo da sanduíche) e batatas fritas são facultativos. Existem variedades de francesinhas com cogumelos, galinha, bacalhau, atum, vegetais, entre outras.

(Wikipédia)

Uma francesinha com ovo estrelado e batatas fritas