"Estremoz, uma cidade Alentejana no distrito de Évora, uma antiga Praça Militar, com muralha medieval, Paço Real, e muralha abaluartada, carregada de história. Um percurso pela Vila Velha, e pela parte baixa conhecida por Rossio, filmadas do ar e de solo."
Blogue dos alunos de português de 1º e 2º da ESO do IES 'M. DOMINGO CÁCERES', em Badajoz, Espanha (2010-09-01 a 2020-01-17)
Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019
Vista aérea de Estremoz
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A Pedreira d'el Rey em Vila Viçosa
Estamos em Vila Viçosa, no Alentejo: "O buraco da Pedreira d’el Rey é tão fundo que as gruas lá em baixo parecem formigas."
© Jorge Vieira
© Jorge Vieira
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
Marvão visto do céu
Podemos escolher a nossa viagem pelos céus de Marvão...
sexta-feira, 10 de maio de 2019
Delicada da cintura (Vitorino)
Canção popular recolhida pelo Grupo de Cantadores do Redondo e adaptada pelo cantor Vitorino, que canta. Tão bonita!
Redondo é uma vila alentejana, que fica no distrito de Évora.
DELICADA DA CINTURA
Delicada da cintura
Como a palha do centeio,
tu é que és a criatura
Por quem eu tanto vareio.
Os olhos do meu amor
são duas azeitoninhas,
fechados são dois botões
abertos duas rosinhas.
Eu gosto dos figos lampos,
da figueira rebeldia,
gosto das moças do campo,
olha a minha simpatia.
Nas ondas do meu cabelo
vou-me deitar a afogar,
é p'ra que saibas amor
que há ondas sem ser no mar.
Redondo é uma vila alentejana, que fica no distrito de Évora.
DELICADA DA CINTURA
Delicada da cintura
Como a palha do centeio,
tu é que és a criatura
Por quem eu tanto vareio.
Os olhos do meu amor
são duas azeitoninhas,
fechados são dois botões
abertos duas rosinhas.
Eu gosto dos figos lampos,
da figueira rebeldia,
gosto das moças do campo,
olha a minha simpatia.
Nas ondas do meu cabelo
vou-me deitar a afogar,
é p'ra que saibas amor
que há ondas sem ser no mar.
Redondo
terça-feira, 2 de abril de 2019
A Avenida do Povo em Estremoz
A Avenida do Povo, em Estremoz, vila alentejana que fica apenas a uns 63 km de Badajoz.
Definição de povo na Infopédia:
1. conjunto de indivíduos que têm a mesma origem, a mesma língua, e partilham instituições, tradições, costumes e um passado cultural e histórico comum
2. conjunto de indivíduos que ocupam um território determinado e formam uma unidade política, com leis próprias e sob a direção do mesmo poder
3. população em geral
4. conjunto da maioria dos indivíduos de um país, por oposição às classes dirigentes ou às classes mais favorecidas material e culturalmente
(...)
Definição de povo na Infopédia:
1. conjunto de indivíduos que têm a mesma origem, a mesma língua, e partilham instituições, tradições, costumes e um passado cultural e histórico comum
2. conjunto de indivíduos que ocupam um território determinado e formam uma unidade política, com leis próprias e sob a direção do mesmo poder
3. população em geral
4. conjunto da maioria dos indivíduos de um país, por oposição às classes dirigentes ou às classes mais favorecidas material e culturalmente
(...)
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
A Barragem de Alqueva
A Barragem de Alqueva é uma barragem em arco portuguesa, situada no rio Guadiana, na região do Alentejo.
A construção desta barragem permitiu a criação do maior reservatório artificial de água da Europa Ocidental, também chamado de Grande Lago.
Possui uma altura de 96 m acima da fundação e um comprimento de coroamento de 458 m.
A albufeira atinge, à cota máxima, os 250 km², sendo então o maior lago artificial da Europa Ocidental.
Foi construída com o objectivo de regadio para toda a zona do Alentejo e produção de energia eléctrica, para além de outras actividades complementares.
(Dados retirados da Wikipédia)
A construção desta barragem permitiu a criação do maior reservatório artificial de água da Europa Ocidental, também chamado de Grande Lago.
Possui uma altura de 96 m acima da fundação e um comprimento de coroamento de 458 m.
A albufeira atinge, à cota máxima, os 250 km², sendo então o maior lago artificial da Europa Ocidental.
Foi construída com o objectivo de regadio para toda a zona do Alentejo e produção de energia eléctrica, para além de outras actividades complementares.
(Dados retirados da Wikipédia)
Barragem do Alqueva a descarregar, após ter atingido a sua cota máxima, 15-01-2010.
terça-feira, 13 de março de 2018
Vila Viçosa fica no Alentejo, e escreve-se desta maneira que veem
Alunos do 2º ano, lembram-se de quando fomos a Vila Viçosa? Pois. Essa vila fica na região do Alentejo, aqui ao lado da nossa cidade, Badajoz.
Estão a reparar nas palavras, como é que se escrevem...?
Estão a reparar nas palavras, como é que se escrevem...?
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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Visita dos alunos do 2º ano a Vila Viçosa
Alunas a comprar bolos e a praticar português
Ontem, dia 10 de janiero, 43 alunos de Português do 2º ano (o Rubén, infelizmente, ficou doente e não pôde vir) fizeram uma visita à vila portuguesa de Vila Viçosa, acompanhados pelos professores Pedro, Ara e Jose. Inicialmente, foi pensada para o dia completo, e conhecer deste modo o Castelo de manhã e o Paço Ducal à tarde, depois de almoço, mas por causa do mau tempo foi reduzida à parte da manhã.
Vila Viçosa é uma vila que fica a uns cinquenta e tal km de Badajoz. Fizemos uma agradável viagem sob um céu muito nublado e quando chegámos ao nosso destino, apanhámos alguns pingos de chuva, mas o tempo melhorou logo. Os alunos já “conheciam” alguns dados sobre a vila e o castelo por o terem visto no dia anterio no seu blogue. Um breve passeio e um pouco de tempo livre para comerem o lanche da manhã antes de iniciarmos a visita ao Castelo
Vila Viçosa é uma vila que fica a uns cinquenta e tal km de Badajoz. Fizemos uma agradável viagem sob um céu muito nublado e quando chegámos ao nosso destino, apanhámos alguns pingos de chuva, mas o tempo melhorou logo. Os alunos já “conheciam” alguns dados sobre a vila e o castelo por o terem visto no dia anterio no seu blogue. Um breve passeio e um pouco de tempo livre para comerem o lanche da manhã antes de iniciarmos a visita ao Castelo
O Alejandro recebeu umas pantufas como presente
Pela Praça da República a caminho do Castelo
Bonito caminho sob as laranjeiras
Os alunos gostaram do Castelo? Acho que para todos o Museu de Arqueologia eram quase apenas “pedras”. Quando forem crescidos saberão apreciar. Dois belos sarcófagos foram vistos por alguns como banheiras… De certeza que gostaram mais do Museu da Caça, das armas, do crânio do elefante pigmeu, do dente de cachalote… se bem alguns alunos ficaram um bocado chocados com tantos animais embalsamados. Os professores pediram para todos apontarem os nomes de alguns dos animais lá expostos para fazer uma atividade de vocabulário na próxima aula. Será que se vão lembrar dos que aprenderam?
Não pudemos aceder à parte superior do castelo por ter chovido bastante no dia anterior e o piso estar um pouco escorregadio. Havia risco de quedas e eramos muitos.
À saída, um passeio até o Terreiro do Paço, onde fica o belo Paço Ducal.
Não pudemos aceder à parte superior do castelo por ter chovido bastante no dia anterior e o piso estar um pouco escorregadio. Havia risco de quedas e eramos muitos.
O Museu da Caça espera por nós!
Terminada a visita, pouco antes de sair
Ai, os telemóveis! É preciso olhar em volta para apreciar o mundo, meninos e meninas!
A Praça da República vista do Castelo
À saída, um passeio até o Terreiro do Paço, onde fica o belo Paço Ducal.
Terreiro do Paço
Os alunos ao pé da estátua do rei D. João IV
Voltando para Badajoz
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
O Castelo de Vila Viçosa
Entrada ao Castelo
No alto da Praça da República e das suas laranjeiras, o Castelo de Vila Viçosa é um testemunho de outros tempos. Mandado construir pelo rei D. Dinis e terminado em 1297, fará as delícias dos mais novos, sobretudo por causa do fosso que o rodeia e onde é possível inventar histórias de crocodilos usados para demover os inimigos (sobretudo quando se atravessa a pequena ponte até à porta).
Detido pela Fundação da Casa de Bragança, assim como o Paço vizinho, o castelo chegou a servir de residência da família dos duques de Bragança antes da construção do palácio. Hoje em dia serve de passeio — sobretudo porque quase não é preciso subir para lá chegar, ao contrário do que acontece com a maioria dos monumentos do género no país — e ainda de morada para dois museus que estão integrados na visita: o Museu de Arqueologia e o Museu da Caça.
(Observador)
Por fim, no interior da alcáçova do castelo o visitante pode descobrir os Museus da Caça e de Arqueologia.
A subida às muralhas oferece uma vista ampla sobre o perímetro urbano de Vila Viçosa e uma perspectiva única sobre o verdadeiro postal ilustrado com que a Avenida Bento de Jesus Caraça e a Praça da República, repletas de verdes laranjeiras, brindam os forasteiros.
Museu da Caça
Situado na alcáçova do Castelo, este núcleo museológico detém uma admirável colecção do Eng. Manuel Lopo de Carvalho, antigo membro da Junta da Casa de Bragança – e várias peças provenientes dos fundos da Fundação.
O riquíssimo acervo inclui inúmeras espécies venatórias de origem europeia e asiática, bem como diversos troféus de caça africanos. Desta vasta colecção distingue-se igualmente o crânio de um elefante pigmeu.
Além de carabinas de caça e da Pateira, instalada num dos iates reais Amélia, é possível apreciar uma colecção com cerca de 200 armas gentílicas oferecidas ao rei D. Carlos e a D. Luís Filipe, quando o príncipe do reino visitou Moçambique em 1907.
(...)
Museu de Arqueologia
O piso térreo da alcáçova da fortaleza militar acolhe, desde 1999, um valioso núcleo de peças arqueológicas de diversas épocas, apresentadas de forma cronológica e das quais se destaca um abundante espólio de peças romanas encontradas na região, assim como alguns artefactos arqueológicos da colecção pessoal do rei D. Luís I. Durante a visita não perca a oportunidade de apreciar uma estátua marmórea da antiga Callipole.
(Da página da Câmara Municipal de Vila-Viçosa)
Página da Fundação Casa de Bragança
(Observador)
Aspecto do portão de entrada, fosso, muralha e bastião
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Por fim, no interior da alcáçova do castelo o visitante pode descobrir os Museus da Caça e de Arqueologia.
A subida às muralhas oferece uma vista ampla sobre o perímetro urbano de Vila Viçosa e uma perspectiva única sobre o verdadeiro postal ilustrado com que a Avenida Bento de Jesus Caraça e a Praça da República, repletas de verdes laranjeiras, brindam os forasteiros.
(Foto do blogue Rua do Jardim 7)
Museu da Caça
Situado na alcáçova do Castelo, este núcleo museológico detém uma admirável colecção do Eng. Manuel Lopo de Carvalho, antigo membro da Junta da Casa de Bragança – e várias peças provenientes dos fundos da Fundação.
O riquíssimo acervo inclui inúmeras espécies venatórias de origem europeia e asiática, bem como diversos troféus de caça africanos. Desta vasta colecção distingue-se igualmente o crânio de um elefante pigmeu.
Além de carabinas de caça e da Pateira, instalada num dos iates reais Amélia, é possível apreciar uma colecção com cerca de 200 armas gentílicas oferecidas ao rei D. Carlos e a D. Luís Filipe, quando o príncipe do reino visitou Moçambique em 1907.
(...)
(Foto de Oh não! Mais um blog...)
Museu de Arqueologia
O piso térreo da alcáçova da fortaleza militar acolhe, desde 1999, um valioso núcleo de peças arqueológicas de diversas épocas, apresentadas de forma cronológica e das quais se destaca um abundante espólio de peças romanas encontradas na região, assim como alguns artefactos arqueológicos da colecção pessoal do rei D. Luís I. Durante a visita não perca a oportunidade de apreciar uma estátua marmórea da antiga Callipole.
(Da página da Câmara Municipal de Vila-Viçosa)
Página da Fundação Casa de Bragança
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Alunos do 2º ano: um paseio por Vila Viçosa
A vila alentejana de Vila Viçosa foi o local eleito pelos professores de português para fazer uma visita cultural com os alunos do 2º ano no dia 10 de janeiro, quer dizer, amanhã! Chegou o dia. Alguém de vocês já lá esteve alguma vez? Vejamos o vídeo e demos um passeio por esta bonita vila alentejana.
Mas antes disso, uns dados sobre Vila Viçosa, retirados da Wikipédia:
Vila Viçosa é uma vila portuguesa no Distrito de Évora, na região do Alentejo e na sub-região do Alentejo Central, com 5 023 habitantes (2012).
É sede de um município com 194,86 km² de área e 8 319 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte e leste pelo município de Elvas, a sul pelo Alandroal, a oeste pelo Redondo e a noroeste por Borba.
Em Vila Viçosa mantiveram-se os duques de Bragança durante vários séculos até à Proclamação da República as suas propriedades e o magnífico Paço Ducal de Vila Viçosa.
Mas antes disso, uns dados sobre Vila Viçosa, retirados da Wikipédia:
Vila Viçosa é uma vila portuguesa no Distrito de Évora, na região do Alentejo e na sub-região do Alentejo Central, com 5 023 habitantes (2012).
É sede de um município com 194,86 km² de área e 8 319 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte e leste pelo município de Elvas, a sul pelo Alandroal, a oeste pelo Redondo e a noroeste por Borba.
Em Vila Viçosa mantiveram-se os duques de Bragança durante vários séculos até à Proclamação da República as suas propriedades e o magnífico Paço Ducal de Vila Viçosa.
Terreiro do Paço, com o Convento de Santo Agostinho
e a estátua de D. João IV (Foto: Alves Gaspar)
e a estátua de D. João IV (Foto: Alves Gaspar)
O Paço Ducal, incluindo a estátua de D. João IV
Página da Fundação Casa de Bragança
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Mais fotos do Centro de Ciência do Café (2017)
Algumas das fotografias que tirou a professora Ara com o seu telemóvel na nossa visita com alunos do 1º ano da ESO ao Centro de Ciência do café Delta em Campo Maior.
Esta ficou um pouco desfocada, mas...
(Se alguém não gosta, podemos tirar)
(Se alguém não gosta, podemos tirar)
A primeira carrinha distribuidora de café de Portugal, a do fundador da Delta, Comendador Rui Nabeiro
Visita ao Centro de Ciência do Café em Campo Maior (2017)
A última vez que estivemos no Centro de Ciência do Café da Delta em Campo Maior foi há dois anos. Desta vez, foram os alunos do 1º ano da ESO, e tantos! Cinquenta e sete! Tivemos de alugar um autocarro de 60 lugares (eu não sabia que existissem...). Dia: 8 de novembro, quarta-feira.
A viagem demorou uns 40 minutos, mais tempo do que antigamente. Lembrámo-nos de 2015, quando nos vimos obrigados a ir em direção a Elvas em vez de ir diretamente pela estrada de Campo Maior, por causa de não podererm circular por ela viaturas de mais de 3000 kg. Foi por isso que partimos depois de terminar a primeira aula da manhã.
Os alunos puderam aprender muita coisa sobre o café nesta visita.
O Centro de Ciência do Café é bem grande. Vamos ver apenas algumas fotografias.
Os alunos puderam aprender muita coisa sobre o café nesta visita.
O Centro de Ciência do Café é bem grande. Vamos ver apenas algumas fotografias.
Os alunos eram tantos que foram divididos em dois grupos para a visita guiada. Mas, antes disso, viram no auditório um breve filme de desenhos animados com a lenda das origens do café e ouviram falar velhos contrabandistas de café portugueses e espanhóis. Havemos de falar um dia no blogue sobre o que é isso: o contrabando.
O grupo que ia comigo começou a visita pela estufa onde puderam ver diferentes plantas de café, que recebem o nome de cafeeiros, e receberam diferentes explicações de uma das funcionários do Centro. Dentro da estufa havia muita humidade e estava calor, como é lógico, para essas plantas estarem à vontade, como na terra delas.
Uma planta de cafeeiro, que é um arbusto
Há tempo para pousar com um chroma atrás e aparecer depois como se os alunos estivessem em históricos cafés portugueses, como a Brasileira de Lisboa ou o Majestic do Porto. Uma máquina tira uma fotografia e os alunos podiam enviar a seguir por mail para a sua caixa de correio. Uma bonita recordação desse dia.
A brincar e a aprender ao mesmo tempo. Havia três lemes para dirigir um barco cafeeiro e responder a perguntas sobre coisas que acabavam de aprender com a funcionaria que nos guiava.
Torrar café é uma arte. Tempo, temperatura... Alunos a aprender.
Uma velha máquina de manípulo
No fim da visita os alunos puderam comprar diferentes coisas na loja do Centro, para eles ou para os pais.
Na próxima mensagem poderão ver fotografias do grupo que fez a visita com a professora Ara.
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