Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Mulemba Xangola (Bonga, Marisa Monte e Carlinhos Brown )


Esta música não é assim muito própria do Natal, mas acho que faz bem aos olhos e aos ouvidos. E traz alegria também!

O cantor Bonga, angolano, mais dois brasileiros, Marisa Monte e Carlinhos Brown, cantam esta composição do primeiro, Bonga: Mulemba Xangola.

A mulemba é uma árvore, uma figueira.

mulemba

Angola BOTÂNICA árvore da família das Moráceas, de elevado porte e copa volumosa muito ramificada, considerada a árvore da realeza angolana, pois à sua sombra se reuniam os chefes das tribos.

(Do quimbundo mulemba, a partir de kulemba, «escurecer»)

“Mulemba Xangola” virou música. Bonga e Lura e até os brasileiros Marisa Montes e Carlinhos Brown cantam-na a pulmões abertos, em celebração da raiz comum entre Angola e Brasil, Luanda e Salvador da Bahia. Como relembra a música, o significado desta árvore é muito mais que semba, ritmo e passadas. Na margem direita de quem vai para norte, indo de Luanda, em frente a um resort que adoptou o seu nome, a Mulemba Waxa N’gola é um dos símbolos máximos da ancestralidade desta terra.

(Rede Angola)






Meninos na neve (1959)


O fotógrafo japonês Unosuke Gamou retratou a alegria destes meninos ao cair a neve um dia de 1959. Há sessenta anos!

A mesma alegria que sentiria hoje qualquer miúdo como estes em qualquer parte do mundo ao ver e sentir a neve. E depois, toca a fazer bolas e atirar contra os outros!




terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Baião de Quatro Toques (São Vicente a Cappella + Ordinarius)



O começo da canção vão reconhecer, é claro. Os autores são Zé Miguel Wisnik e Luiz Tatit, e quem canta, primeiro São Vicente a Cappella e depois Ordinarius.


BAIÃO DE QUATRO TOQUES

Quando bater no coração
Quatro pancadas e depois um bis
Pode escrever não falha não
É a tentação de ser muito feliz

Por isso é bom esse baião de quatro toques
Carregadinho de premonição
Ele não deixa que a batida se desloque
E que se afaste do seu coração

Pra quem compôs, pra quem tocou
e pra quem ouve
É o destino que sempre se quis
É uma quinta sinfonia de Beethoven
Que decantou e só ficou a raiz

Dá pra sentir
A exatidão
No tiquetaque do seu coração
Dá pra entender
Que esse baião
De quatro toques
Tanto tentou
Tanto tentou
Que se tornou
A tentação desse país
De ser assim feliz


Baião de Quatro Toques (Zé Miguel Wisnik e Luiz Tatit) Arranjo: Manuel Figueiredo de Abreu






sexta-feira, 29 de novembro de 2019

"O sorriso é a única curva que endireita as coisas..."


O sorriso é a única curva que endireita as coisas... é o titulo desta fotografia de simply_joana.




quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Amizade


O elo que une os amigos e as amigas, chama-se amizade, e este é o título da fotografia de Raquel Pelicano, Amizade.





terça-feira, 18 de junho de 2019

Despedimono-nos com esta alegria!

"Eu fico com a pureza da resposta das crianças...", canta Gonzaguinha

Esta é a nossa canção de despedida do ano letivo 2018-19, meninas e meninos. Espero que vocês gostem. Tem uma grande alegria lá dentro, na letra e na música. O compositor e cantor é Gonzaguinha.

E eu sempre digo a mesma coisa nas despedidas das férias, sobretudo nas férias de verão, nas férias grandes: há muito tempo, aproveitem para ler, para ler por prazer, claro. Vamos a isso!



O QUE É, O QUE É?

Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita

Viver
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz

Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita

(bis)

E a vida
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida de um coração
Ela é uma doce ilusão
Êh! Ôh!

E a vida
Ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?
O que é? O que é? Meu irmão

Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo

Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor

Você diz que é luta e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer

Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser

Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte

E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita

Viver
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz

Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita
 
(bis)


(Fotografia de Jan Ribeiro / Prefeitura de Olinda)



segunda-feira, 3 de junho de 2019

"Um dia perdido é aquele em que não rimos"


Andanças é um festival internacional de música e dança tradicional que se  celebra cada no centro de Portugal. A fotografia é de Carla Luís.

Ficamos com essas palavras... Rir faz bem à saúde.




sexta-feira, 31 de maio de 2019

Sorrisos em Santa Maria, Sal, Cabo Verde


Paolo Cinque, o autor desta fotografia tirada em  Santa Maria, na ilha de Sal, no arquipélago de Cabo Verde, escreveu estas palavras da Madre Teresa de Calcuta a respeito do que nela vemos:

"Non capiremo mai abbastanza quanto bene è capace di fare un sorriso."

Em português seria: “Nunca compreenderemos o bastante quanto bem pode fazer um sorriso.”




segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Uma menina e um pássaro


Estamos na Índia. Amlan Sanyal  tirou esta fotografia de uma menina sorridente com um pássaro na cabeça, que parece estar lá muito à vontade ("muy a gusto"). Não acham? 

O título da fotografia é O amor não tem limites (no original inglês Love has no boundaries).

Reparem que a palavra limites é grave em português, não esdrúxula como acontece em espanhol.




terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

O Adrián sabe quem é Caronte!

Joachim Patinir, Caronte a atravessar o rio Estige (1520-25)
Museu do Prado

Ontem tive uma bela surpresa na turma de 1º AD. Ao fazer um exercício para preencher com as contrações do, da, dos, das, títulos de livros portugueses, estava lá "A Barca ______ Inferno", obra teatral do autor português Gil Vicente (c. 1465 — c. 1536).

Perguntei se essa obra dizia alguma coisa a algum dos alunos, e o Adrián (Adriano, em português) disse: Caronte, o barqueiro dos mortos, a moeda, etc. Bravo, Adrián! Muito bem! Nota-se bem que gostas de ler. Como diz uma das etiquetas do nosso blogue, "Ler faz bem à saúde". E na mitologia há histórias muito bonitas. Agora, para todos os teus colegas aprenderem, vamos ler...



Na mitologia grega, Caronte (em grego: Χάρων, transl.: Chárōn) é o barqueiro de Hades, que carrega as almas dos recém-mortos sobre as águas do rio Estige e Aqueronte, que dividiam o mundo dos vivos do mundo dos mortos. Uma moeda para pagá-lo pelo trajeto, geralmente um óbolo ou dânaca, era por vezes colocado dentro ou sobre a boca dos cadáveres, de acordo com a tradição funerária da Grécia Antiga.

(Wikipédia)

Ilustração de Gustave Doré (1861-68) para a Divina Comédia de Dante



 (Educalingo)


Era costume grego colocar uma moeda, chamada óbolo, sob a língua do cadáver, para pagar Caronte pela viagem. Se a alma não pudesse pagar ficaria forçosamente na margem do Aqueronte para toda a eternidade, e os gregos temiam que pudesse regressar para perturbar os vivos. (Wikipédia)

 "Rios Aqueronte e Estige (Styx) na Mitologia Grega", em Mitologia Online

E Caronte é também o nome de um dos satélites de Plutão

Fotografia da NASA


quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Alegria em Cachoeira


Estamos na cidade de Cachoeira, no estado brasileiro da Bahia. O autor da fotografia, Juca Filho, diz "domingo é dia de brincadeira, alegria", e vê-se bem a alegria desta menina, não é?




segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Bom dia com um sorriso!


Una fotografia de Alessandra Miguéis desde o Brasil. Sabe bem começar o dia e este mês de outubro assim, com um sorriso como este: Bom dia!

(Reparem que a palavra sorriso , como riso, é masculina em português)


E depois de bom dia, já sabem:

Boa tarde

Boa noite


(Cuidado com boa..., sem a letra n)



segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Retorno às aulas numa escola brasileira (2012)


Esta menina já terá crescido um bocado, claro. A fotografia intitula-se Retorno às aulas (julho 2012 ), e foi tirada em Pirajá, que é um bairro do município de Salvador, no estado brasileiro da Bahia.

Vamos aprender mais uma coisa: o significado do nome desse bairro:

"Pirajá" é um termo de origem tupi: significa "o que está repleto de peixes", através da junção de pirá (peixe) e îá (repleto)

(Wikipédia)




segunda-feira, 14 de maio de 2018

"Vista o seu melhor sorriso"



Flavita Valsani é brasileira. Em Portugal, a frase seria "Veste o teu melhor sorriso".




quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A alegria do pescador



A fotografia de Tarsício Mattos mostra-nos a alegria deste pescador cabo-verdiano. Pescou um grande peixe!






quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Hoje é o Dia Internacional do Riso



Hoje é 18 de janeiro, e celebra-se o Dia Internacional do Riso. Não sabiam? Eu tambem não! Há montes de dias para celebrar coisas, não acham?

Rir é bom para a saúde, sabiam? Leiam, leiam:

"Diversas pesquisas demonstram os benefícios do sorriso. Quando sorrimos, movimentamos 12 músculos da face, nas gargalhadas usamos 24 e ao conversar e sorrir ao mesmo tempo 84 músculos são utilizados. Além de proporcionar bem-estar, esses movimentos retardam o aparecimento de marcas de expressão, pois tonificam a musculatura facial, adiando os efeitos do envelhecimento."

(Revista Em Dia)









segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Bom dia a sorrir





Faz bem ver sorrir alguém. O sorriso, como o riso, pode ser, é contagioso. O sorriso desta menina moçambicana serve-nos para vos desejar Bom dia!, meus caros alunos.


(Fotografia: Gaudiumpress Imagens)



terça-feira, 7 de novembro de 2017

O ouvido absoluto de "Os três pequenos Mozart da rua Esperança"


Um artigo de María Martín no jornal espanhol El País na sua edição brasileira (3 de novembro de 2017):

Os três pequenos Mozart da rua Esperança
Três irmãos do Rio cultivam com dificuldade um talento raro: eles têm ouvido absoluto. É a habilidade de gênios como Mozart e identifica notas musicais com extrema facilidade

Quando o tio do doce chega com sua bicicleta à rua Esperança, num bairro humilde de Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro, ele toca uma buzina. Os vizinhos sabem então que é a hora do pão e do bolo e, com alguns trocados, saem disparados das suas casas. Para todos eles esse som não são mais do que o mais comuns dos “mec-mec!!”. Mas há três irmãos naquela rua que ouvem muito além desse aviso estridente. Para Alex, de 18 anos, Laís, de 16, e Pedro, de 12, aquele buzinaço é uma sequência de ré. Acontece também com a buzina do Fiat Palio do pai, que sempre toca em si. Ou com as possíveis frequências de uma caneta batendo num extintor de incêndios que também conseguem identificar. Nas melodias é ainda mais fácil. Até o caçula dos Santana é capaz de perceber quando quem toca ou canta não está na altura certa.

Os três meninos têm ouvido absoluto, uma habilidade rara que, segundo estudos científicos, aparece em um a cada 10.000 indivíduos. Quem a possui identifica as notas de quase qualquer som sem uma referência externa. Para eles, nomear uma nota é quase tão fácil como identificar uma cor, sem necessidade de recorrer a uma escala musical – ­ou cromática –­ para comparar. Com treinamento, alguém com ouvido absoluto é capaz de reproduzir notas, inclusive uma melodia, mesmo sendo a primeira vez que as escutam. Bach, Beethoven e Frank Sinatra tinham ouvido absoluto. Contam que Mozart que quando criança gritou “Sol sustenido!” ao ouvir o guincho de um porco.

Mas o ouvido absoluto não é uma capacidade natural de todos os grandes músicos. Muitos pagariam por tê-la. (...)

Os irmãos descobriram relativamente tarde esse valioso tesouro – o ideal é expor as crianças a atividades musicais antes dos oito anos. Foi um professor de música de uma escola municipal, Newton Motta, quem ficou surpreso com a habilidade de Alex de identificar notas. Naquela época, quatro anos atrás, o adolescente já arranhava algumas músicas no violão, mas sem ter estudado como. Anos depois, Pedro passou pela sua sala de aula e, sem saber que eram irmãos, o docente voltou a se surpreender com a capacidade do pequeno, uma criança doce e risonha. Depois, o maestro descobriu que Laís, uma adolescente que canta como se fosse soprano, também conseguia identificar notas sem ter nenhum conhecimento de teoria musical. Eles nunca erram. “Uma pessoa com ouvido relativo, como eu, é capaz de chegar à nota depois de muito estudo, mas nunca tem certeza. Eles têm”, explica o professor de música.

(...)

O artigo completo em El País.



sexta-feira, 26 de maio de 2017

Amigas? Primas? Irmãs?


Não sabemos, mas tanto faz, não é? A fotografia é de Fernán Sette Câmara.




segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Algumas palavrinhas mágicas



É fácil aprender estas palavras e é muito bom usá-las, meninos e meninas.