Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Na Oh Minino Na (Nancy Vieira)



Música de Cabo Verde, meninos e meninas. Percebem algumas palavras? Eles cantam em crioulo.

O crioulo cabo-verdiano ou língua cabo-verdiana é uma língua originária do Arquipélago de Cabo Verde. É uma língua crioula, de base lexical portuguesa. É a língua materna de quase todos os cabo-verdianos, e é ainda usada como segunda língua por descendentes de cabo-verdianos em outras partes do mundo.

(Wikipédia)



Há um possessivo "miha"???



Há uma aluna aí no segundo ano, cujo nome começa por S, não sei se conhecem, que teima em escrever "miha" como possessivo feminino da primeira pessoa. Sinceramente, eu não compreendo como tantos meses depois de estudar os possesivos ainda continua a usar essa palavra em vez da correta minha. É por não pôr um mínimo de atenção. Mais nada.




Já agora, aproveito para recordar que o possessivo masculino da primeira pessoa é meu, e que "O Minho é um rio".





Olhem o saí-azul!

Macho de saí-azul

Fêmea de saí-azul (Fotografias de Rosa Gambóias)


Tão bonitos estes pássaros brasileiros....



Fêmea e macho de saí-azul - FEOMG (Federação Ornitológica de Minas Gerais)




quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Felicidade em chinês




E agora só falta pedir que os nossos alunos chineses nos leiam este ideograma para nós ficarmos a saber como é que se diz nessa língua a palavra portuguesa felicidade.




quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Uma canção do Sérgio Godinho para o David



Se calhar, o David, da turma de 2º B não merecia este presente no seu dia de anos... De facto, hoje está de castigo: ficar sem o intervalo por não deixar de brincar ontem na sala. É preciso ele estar con mais atenção. É o melhor que pode fazer para aprender.

Mas, enfim, lá vai esta canção do Sérgio Godinho dedicada para ele. Parabéns, David!


É TAO BOM

Vale a pena ver
castelos no mar alto
Vale a pena dar o salto
pra dentro do barco
rumo à maravilha
e pé ante pé desembarcar na ilha
Pássaros com cores que nunca vi
que o arco-íris queria para si
eu vi
o que quis ver afinal

É tão bom uma amizade assim
Ai, faz tão bem saber com quem contar
Eu quero ir ver quem me quer assim
É bom pra mim e é bom pra quem tão bem me quer

Vale a pena ver
o mundo aqui do alto
vale a pena dar o salto
Daqui vê-se tudo
às mil maravilhas
na terra as montanhas e o mar as ilhas
Queremos ir à lua mas voltar
convém dar a curva
sem se derrapar
na avenida do luar



Uma escola ao ar livre em Moçambique



Uma escola ao ar livre em Arimba, em Moçambique. Pensem como são as nossas escolas e comparem, meninos e meninas.

A fotografia é de Luca Gargano.





segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Mais fotos do Centro de Ciência do Café (2017)


Algumas das fotografias que tirou a professora Ara com o seu telemóvel na nossa visita com alunos do 1º ano da ESO ao Centro de Ciência do café Delta em Campo Maior.










 Esta ficou um pouco desfocada, mas...
(Se alguém não gosta, podemos tirar)




A primeira carrinha distribuidora de café de Portugal, a do fundador da Delta, Comendador Rui Nabeiro




Visita ao Centro de Ciência do Café em Campo Maior (2017)


A última vez que estivemos no Centro de Ciência do Café da Delta em Campo Maior foi há dois anos. Desta vez, foram os alunos do 1º ano da ESO, e tantos! Cinquenta e sete! Tivemos de alugar um autocarro de 60 lugares (eu não sabia que existissem...). Dia: 8 de novembro, quarta-feira.

A viagem demorou uns 40 minutos, mais tempo do que antigamente. Lembrámo-nos de 2015, quando nos vimos obrigados a ir em direção a Elvas em vez de ir diretamente pela estrada de Campo Maior, por causa de não podererm circular por ela viaturas de mais de 3000 kg. Foi por isso que partimos depois de terminar a primeira aula da manhã.

Os alunos puderam aprender muita coisa sobre o café nesta visita.

O Centro de Ciência do Café é bem grande. Vamos ver apenas algumas fotografias.



Os alunos eram tantos que foram divididos em dois grupos para a visita guiada. Mas, antes disso, viram no auditório um breve filme de desenhos animados com a lenda das origens do café e ouviram falar velhos contrabandistas de café portugueses e espanhóis. Havemos de falar um dia no blogue sobre o que é isso: o contrabando.


O grupo que ia comigo começou a visita pela estufa onde puderam ver diferentes plantas de café, que recebem o nome de cafeeiros, e receberam diferentes explicações de uma das funcionários do Centro. Dentro da estufa havia muita humidade e estava calor, como é lógico, para essas plantas estarem à vontade, como na terra delas.

Uma planta de cafeeiro, que é um arbusto




Há tempo para pousar com um chroma atrás e aparecer depois como se os alunos estivessem em históricos cafés portugueses, como a Brasileira de Lisboa ou o Majestic do Porto. Uma máquina tira uma fotografia e os alunos podiam enviar a seguir por mail para a sua caixa de correio. Uma bonita recordação desse dia.


A brincar e a aprender ao mesmo tempo. Havia três lemes para dirigir um barco cafeeiro e responder a perguntas sobre coisas que acabavam de aprender com a funcionaria que nos guiava.




Torrar café é uma arte. Tempo, temperatura... Alunos a aprender.


Uma velha máquina de manípulo







No fim da visita os alunos puderam comprar diferentes coisas na loja do Centro, para eles ou para os pais.

Na próxima mensagem poderão ver fotografias do grupo que fez a visita com a professora Ara.








domingo, 12 de novembro de 2017

É tempo de castanhas, meninos e meninas!

Fotografia de Américo Meira


O dia S. Martinho foi ontem, 11 de novembro. Vamos lá comer castanhas ao campo, vamos fazer um magusto!


O Magusto é uma festa popular, cujas formas de celebração divergem um pouco consoante as tradições regionais. Grupos de amigos e famílias juntam-se à volta de uma fogueira onde se assam castanhas ou bolotas para comer, bebe-se a jeropiga, água-pé ou vinho novo, fazem-se brincadeiras, as pessoas enfarruscam-se com as cinzas, cantam-se cantigas. O magusto realiza-se em datas festivas: no dia de São Simão, no dia de Todos-os-Santos ou no dia São Martinho. Inúmeras celebrações ocorrem não só por Portugal inteiro mas também na Galiza (onde se chama magosto, em galego) e nas Astúrias.

(Wikipédia)



 Como são boas as castanhas assadas! E com o frio sabem tão bem...




sexta-feira, 10 de novembro de 2017

‪Oskar Schlemmer - Triadisches Ballett (Ballet triádico), 1922‬



Dedicado para as alunas que dançam.

Oskar Schlemmer (1888, Stuttgart - 1943, Baden-Baden) foi um pintor alemão (Bauhaus). Oskar Schlemmer estudou aplicado design gráfico em uma oficina de marchetaria em Stuttgart. (...) Em 1920, ele produziu suas primeiras figurinhas para o Ballet triádico, que foi realizado pela primeira vez em Stuttgart em 1922.