Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

terça-feira, 20 de junho de 2017

Ai, que pena! As aulas terminaram...



Ai, que caloraça! É impossível estar dentro da escola com esta grande vaga de calor, nem alunos, nem professores, nem ninguém. Sei lá, se calhar nem chegamos a ler e ouvir esta mensagem...

Amanhã, quarta-feira, terminam as aulas. Esta é a última mensagem, com esses dois elefantes a divertir-se no baloiço.

Por outro lado... Vocês gostam de férias? É claro que sim! Toda a gente gosta. Descansar faz bem, sobretudo se temos trabalhado muito.

Espero que aproveitem e se divirtam imenso, e para aqueles que terminarem com disciplinas reprovadas, há muito tempo para tudo. Se não trabalharam o suficiente no ano letivo, é agora que o devem fazer, e passar depois em setembro.

E podiam aproveitar tanto tempo para ler de vez em quando, mas sempre por prazer.

Passem umas ótimas férias grandes!


Um bocado de música nunca fica mal: Sérgio Godinho e os Clã cantam para nós Dancemos no mundo.Vamos lá dançar!






Ilustração de Renato Ventura




(gif dos elefantes: Summer Dreamz)



segunda-feira, 19 de junho de 2017

O Jogo da Glória



Vamos aprender a brincar com o Jogo da Glória no Centro Virtual Camões. É um jogo de tabuleiro, mas neste caso o tabuleiro é virtual, claro!



Um velho Jogo da Glória





sexta-feira, 16 de junho de 2017

"Una, duna, tena, catena..."



No blogue Santa Nostalgia encontrei esta mensagem, que transcrevo aqui:

Há cantilenas ou lengalengas que servem para contar. Desde pequeno que aprendi uma versão que se usava na minha aldeia e na minha escola primária e que servia para contar até dez. Era assim:

Una,
Duna,
Tena,
Catena,
Cigalha,
Migalha,
Carapim,
Carapés,
Conta bem,
Que são dez.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei outras versões, que em alguns casos são ligeiras variantes e apenas em parte dos termos usados. Por exemplo:

Una,
Duna,
Tena,
Catena,
Cigalha,
Migalha,
Cupida,
Dos pés,
Conto bem,
Que são dez.

Una,
Duna,
Tena,
Catena,
Forreca,
Chirreca,
Vira,
Virão,
Conta bem,
Que dez são.



O acrobata (Marc Chagall)




Marc Chagall (1887 - 1985) foi um pintor, ceramista e gravurista surrealista judeu russo-francês. (Wikipédia)

Reparem no título: é uma palavra grave (O acrobata) e na nossa língua é esdrúxula ("El acróbata")






quinta-feira, 15 de junho de 2017

Um gif e uma canção de João Lóio



Um gif de Benjamin Zimmermann: Quadrados do arco-íris. E eu vou aproveitar para relembrar uma canção já publicada no nosso blogue: Olha o Arco-íris. Acho que vão gostar.

Ah, mais uma coisa: em português, o arco-iris é denominado também popularmente arco-da-velha.





Voz, Luisa Rodrigues, Regina Castro, António Paulo Silva e Guilhermino Monteiro.
Letra de Regina Castro
Musica, orquestração e direcção musical de João Lóio.




quarta-feira, 14 de junho de 2017

Corzinha de verão (Deolinda)



Cuidado com o título desta canção! Não estamos a a falar de um animal (esse é a corça), mas da cor da pele quando se apanha sol no verão. Trata-se de um diminutivo da palavra cor, percebem? Vamos ver e ouvir o vídeo dos Deolinda!


CORZINHA DE VERÃO

Por que é que o sol nunca brilha quando fico de férias
Aos fins de semana ou nos meus dias de folga?
Eu passo os dias a ver gente em fato de banho
Calções e havaiana e eu sempre de camisola

E eu andei o ano inteiro, a juntar o meu dinheiro
Para esta desilusão
Dava todo o meu ouro por um pouco do teu bronze
Uma corzinha de verão

Vento, eu na praia a levar com vento
A rogar pragas e a culpar São Pedro
Que mal fiz eu ao céu?
E tento, juro que tento imaginar bom tempo
Espalho o protetor solar e estendo o corpo no museu

Por que é que tudo conspira contra a minha vontade?
Sim, sim é verdade, não estou a ser pessimista
É que a vizinha da cave é sempre a mais bronzeada
Traz um sorriso na cara e não sabe quem foi Kandinsky

E eu andei o ano inteiro, a juntar o meu dinheiro
Para esta desilusão
Dava todo o meu ouro por um pouco do teu bronze
Uma corzinha de verão

Vento, eu na praia a levar com vento
A rogar pragas e a culpar São Pedro
Que mal fiz eu ao céu?
E tento, juro que tento imaginar bom tempo
Espalho o protetor solar e estendo o corpo no museu

E tento, juro que tento imaginar bom tempo
Espalho o protetor solar e estendo o corpo no museu

O corpo no museu




 Uma obra do pintor russo Wassily Kandinsky (1866-1944)





Leãozinho (Gabi Poraí + Caetano Veloso e Maria Gadú)



Gabi Poraí é uma cantora brasileira e canta, pois, por aí... pela rua, num parque, numa praça, etc. Aqui canta Leãozinho. Com ruídos do trânsito ao fundo, mas com muita alegria!


Em baixo podemos ver o compositor da canção, Caetano Veloso, a cantar, acompanhado por Maria Gadú:


 




segunda-feira, 12 de junho de 2017

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Leiria vista do ar



Damos uma volta por Leiria a vista de pássaro?


Leiria é uma cidade portuguesa, capital do distrito de Leiria, situada na região Centro e sub-região do Pinhal Litoral, com cerca de 60 000 habitantes no seu perímetro urbano.

É sede de um município com 565,09 km² de área e 126 897 habitantes (2011) subdividido em 18 freguesias, o que faz dele o segundo concelho mais populoso das Beiras, só superado por Coimbra. É limitado a norte/nordeste pelo concelho de Pombal, a leste pelo de Ourém, a sul pelos municípios de Batalha e Porto de Mós, a sudoeste pelo de Alcobaça, a oeste pelo concelho da Marinha Grande e a noroeste pelo Oceano Atlântico.

Leiria é o principal centro urbano da unidade estatística Pinhal Litoral e da comunidade urbana de Leiria, assim como um importante centro de comércio, serviços e indústria.

O município tem uma faixa costeira a ocidente, que a liga ao Oceano Atlântico. (...)

(Wikipédia)



quinta-feira, 8 de junho de 2017

10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

 Luís de Camões (c. 1524-1580)


Hoje não é 10, mas depois de amanhã, sábado, e vamos aproveitar para que vocês saibam um pouco do significado deste dia no país vizinho. 

No dia 10 de Junho celebra-se em Portugal o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

O feriado nacional assinala ainda o dia da morte do poeta Luís Vaz de Camões, em 1580, autor d´ Os Lusíadas.

Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, o dia 10 de Junho era celebrado como o "Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses".

Após a revolução do 25 de Abril de 1974, que marcou o fim do regime ditatorial do Estado Novo, a celebração do dia passou a prestar homenagem a Portugal, Camões e às Comunidades Portuguesas.

Neste dia o Presidente da República e altas individualidades do Estado participam em cerimónias de comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorrem em cidades diferentes todos os anos.

Uma novidade na nossa Comunidade, Extremadura, é que há tempo que também se celebra o Dia de Portugal. Vejam a mensagem anterior, e aí podem encontrar também o programa de atividades.


Os versos de Luís de Camões já foram cantados por vários cantores, como, por exemplo, o grande José Afonso. Recuperamos do já publicado, Endechas a Bárbara escrava:


Aquela cativa
Que me tem cativo,
Porque nela vivo
Já não quer que viva.
Eu nunca vi rosa
Em suaves molhos,
Que pera meus olhos
Fosse mais fermosa.

Nem no campo flores,
Nem no céu estrelas
Me parecem belas
Como os meus amores.
Rosto singular,
Olhos sossegados,
Pretos e cansados,
Mas não de matar.

Uma graça viva,
Que neles lhe mora,
Pera ser senhora
De quem é cativa.
Pretos os cabelos,
Onde o povo vão
Perde opinião
Que os louros são belos.

Pretidão de Amor,
Tão doce a figura,
Que a neve lhe jura
Que trocara a cor.
Leda mansidão,
Que o siso acompanha;
Bem parece estranha,
Mas bárbara não.

Presença serena
Que a tormenta amansa;
Nela, enfim, descansa
Toda a minha pena.
Esta é a cativa
Que me tem cativo;
E pois nela vivo,
É força que viva.

Luís de Camões