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quinta-feira, 25 de abril de 2019

25 de Abril sempre

Fotografia de Rosa Pomar

Para saber sobre a Revolução de 25 de Abril de 1974, que trouxe a democracia a Portugal, é só clicar no link.

Ou neste outro da revista Visão Júnior.





Imagem recente de comemoração do 25 de abril, Dia da Liberdade


quarta-feira, 25 de abril de 2018

Uma data: 25 de Abril de 1974


Cravos vermelhos para recordar o dia 25 de Abril. Hoje é feriado em Portugal, meninos e meninas. Para vocês ficarem a saber desta data tão importante na sua história, vamos clicar aqui: "O 25 de Abril em minuto e meio"







terça-feira, 25 de abril de 2017

O 25 de Abril para as Crianças: O Tesouro, de Manuel António Pina



Vamos ler um breve conto intitulado O Tesouro, escrito por Manuel António Pina, para que vocês comprendam o significado da Revolução do 25 de Abril de 1974, conhecida como a Revolução dos Cravos, para a história contemporânea de Portugal.

Arquivo Electrónico / O 25 de Abril para os mais novos








"A música que em 25 de Abril de 1974 lançou os Militares Portugueses para a rua. Era o inicio do golpe de Estado. "Acabava" a Ditadura.."




segunda-feira, 25 de abril de 2016

O 25 de Abril em minuto e meio




"Este episódio conta, muito sinteticamente, a história do 25 de abril, em Portugal. Explica o clima político, económico e social que se vivia durante o estado novo e como e por que é que se deu a revolução dos cravos.

De todos e de cada um - www.rtp.pt"

Em que ano é que foi este 25 de Abril? Em 1974.










quinta-feira, 21 de abril de 2016

Os cravos, símbolo da liberdade em Portugal




Não se esqueçam os alunos do 1º ano:

Desde o dia 25 de abril de 1974, os cravos são o símbolo da liberdade em Portugal. Nesse dia, Portugal passou da ditadura para a democracia. Em Espanha demorou mais um pouco.


Falamos disso para a semana: na próxima segunda-feira é 25 de abril. Cá em baixo podem ver cartazes das comemorações deste ano.








quinta-feira, 23 de abril de 2015

O capitão dos tanques (Vitorino)



Há um disco intitulado Abril, Abrilzinho, que os cantores Manuel Freire, Vitorino e José Jorge Letria fizeram para explicar aos mais novos o que foi o 25 de Abril para Portugal ("para os mais novos, mas também para os que foram contemporâneos dos seus autores").

Vitorino canta aqui a figura de Fernando Salgueiro Maia, o capitão sem medo. Sendo este movimento do 25 de Abril, que trouxe a democracia a Portugal, algo feito entre muitas pessoas, é possível que sem o valor e o sangue frio deste grande capitão, não tivesse triunfado.

Viva Salgueiro Maia!



O CAPITÃO DOS TANQUES

Era uma vez um homem
Que andou a fazer a guerra
Mas quis plantar cravos
Nos jardins da nossa terra.

Militar de poucas falas
Sabia bem o que queria,
Cansado de tantas mortes
Na guerra que então havia.

Era capitão dos tanques
Que o inimigo temia,
Mas nos seus canos pôs cravos
Com pétalas de poesia.

Um dia de madrugada
Bateu forte o coração
Porque era chegada a hora
De vir destronar o Papão.

Para trás ficou Santarém
Na noite fresca de Abril
E os homens que o seguiam
Valiam por mais de mil.

E foi no Largo do Carmo
Que, valente, ergueu a voz
Para dizer ao Papão:
'Agora mandamos nós'

E nunca pediu nada em troca
Dessa linda valentia
Um título ou um posto
Pois lhe bastava a alegria

Foi-se embora antes do tempo
Quando a doença o levou
Regando só com as lágrimas
Os cravos que então plantou

Era o Salgueiro Maia
Capitão do nosso Abril,
Pondo fim a velhos medos
Numa noite primaveril.

Se um menino perguntar:
'Este soldado quem foi?'
Respondemos-lhe a cantar:
'Maia foi o nosso herói.'

Vitorino


O capitão Salgueiro Maia no dia 25 de abril de 1974 (Foto de Alfredo Cunha)





Grândola, vila morena (José Afonso)



A Revolução do 25 de Abril está ligada para sempre, meninos e meninas, a esta canção: Grândola, vila morena, de José Afonso. Foi a senha para seguir em frente e acabar de vez com a ditadura que vigorava em Portugal em 1974.



GRÂNDOLA, VILA MORENA

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade1
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade







Dia da Liberdade: 25 de Abril




Dia da Liberdade (25 de Abril)

Feriado

O Dia da Liberdade é comemorado em Portugal a 25 de abril.

A data celebra a revolta dos militares que a 25 de abril de 1974 levaram a cabo um golpe de Estado militar, pondo fim ao regime ditatorial do Estado Novo, liderado por António de Oliveira Salazar, que governava Portugal desde 1933.

O Movimento das Forças Armadas, composto por militares que haviam participado na Guerra Colonial e por estudantes universitários teve o apoio da população portuguesa, conseguindo a implantação do regime democrático e a instauração da nova Constituição Portuguesa a 25 de abril de 1976 de forma pacífica. O símbolo do dia 25 de abril é o cravo, a flor que se colocou nas armas dos militares neste dia.

Após a revolução foi criada a Junta de Salvação Nacional que nomeou António de Spínola como Presidente da República e Adelino da Palma Carlos como Primeiro-Ministro.

Os dois anos seguintes foram de grande agitação social, período que ficou conhecido por PREC (Processo Revolucionário em Curso).

Desta forma o dia 25 de abril é conhecido como o Dia da Liberdade em Portugal e o dia da Revolução dos Cravos.


(calendarr)


 





terça-feira, 22 de abril de 2014

25 de abril de 1974 - 40 anos da Revolução dos Cravos

Fotografia de Sérgio Guimarães

Na próxima sexta-feira, dia 25 de abril, comemora-se o 40º aniversário da chamada Revolução dos Cravos, do 25 de Abril,  que pôs termo a uma ditadura de 48 anos em Portugal (entre 1926 e 1974).

Muitas coisas mudaram em tantos anos. O povo unido jamais será vencido, que tanto se cantou naquela altura, infelizmente, foi esmagado pelos diferentes poderes.

Nesta situação económica tão grave que vive Portugal, muitos portugueses continuam ainda a dizer, a gritar: 





Uma revolução incruenta...
Fotografia de Eduardo Gageiro  (25-4-1974)



quinta-feira, 25 de abril de 2013

Mais sobre o 25 de abril



Isto é de uma página portuguesa para meninos, Site Junior:


Naturalmente que já ouviste falar no 25 de Abril de 1974, mas provavelmente não conheces as coisas como os teus pais ou os teus avós que viveram nesta época.

Sabias que o golpe de estado do 25 de Abril de 1974 ficou conhecido para sempre como a "Revolução dos Cravos"? Diz-se que foi uma revolução porque a política do nosso País se alterou completamente.

Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas.

Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança!

O povo português fez este golpe de estado porque não estava contente com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos!

Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias.

Sabias que em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe? Era complicado continuar a estudar depois disso. E sabias que os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos?

Todos os homens eram obrigados a ir à tropa (na altura estava a acontecer a Guerra Colonial) e a censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio e na televisão.

Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo.

Os estudantes queriam que todos pudessem aceder igualmente ao ensino, liberdade de expressão e o fim da Guerra Colonial, que consideravam inútil.