Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa
Mostrar mensagens com a etiqueta Arte portuguesa e brasileira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arte portuguesa e brasileira. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Umas palavras e algumas obras de Ivan Cruz


"O artista plástico Ivan Cruz nasceu em 1947, no Rio de Janeiro, e mudou-se para Cabo Frio em 1978. Formado pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele organizou, em 1990, a mostra com a temática que se tornou sua assinatura: as brincadeiras de infância. Ivan Cruz já reproduziu em seus quadros em acrílico e cores vivas mais de cem jogos infantis (...)".









terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Lenda da Dama Pé-de-Cabra

A Dama Pé-de-Cabra, pintura de Paula Rego

A Lenda da Dama do Pé-de-Cabra é uma conhecida lenda de Portugal.

Foi compilada por Alexandre Herculano no livro Lendas e Narrativas. Existe ainda uma outra versão da lenda, escrita em inglês pelo Visconde de Figanière no seu poema em cinco cantos Elva: a story of the dark ages (Londres, 1878).


Primeira Lenda

D. Diogo Lopes, nobre senhor da Biscaia, caçava nos seus domínios, quando foi surpreendido por uma linda mulher que cantava. Ofereceu-lhe o seu coração, as suas terras e os seus vassalos se com ele se casasse. A dama impôs-lhe como única condição a de ele nunca mais se benzer. Mais tarde, no seu castelo, D. Diogo apercebeu-se que a dama tinha um pé forcado como o de uma cabra. Viveram muitos anos felizes e tiveram dois filhos: Inigo Guerra e Dona Sol.

Um dia, depois de uma boa caçada, D. Diogo premiou o seu grande alão com um grande osso, mas a podenga preta de sua mulher matou o cão para se apoderar do pedaço de javali. Surpreendido com tal violência, D. Diogo benzeu-se. A Dama de Pé de Cabra deu um grito e começou a elevar-se no ar, com a sua filha Dona Sol, saindo ambas por uma janela para nunca mais serem vistas.A partir daí, foi confessar e o pajem disse que estava excomungado, sua penitencia foi guerrear os mouros por tantos anos quanto vivera em pecado, tendo ficado cativo em Toledo. Sem saber como resgatar o pai, D. Inigo resolveu procurar a mãe que se tornara, segundo uns, numa fada, segundo outros, numa alma penada.

A Dama de Pé de Cabra decidiu ajudar o filho, dando-lhe um onagro, uma espécie de cavalo selvagem, que o transportou a Toledo. Aí, o onagro abriu a porta da cela com um coice e pai e filho cavalgaram em fuga, mas, no caminho, encontraram um cruzeiro de pedra que fez o animal estacar. A voz da Dama de Pé de Cabra instruiu o onagro para evitar a cruz. Ao ouvir aquela voz, depois de tantos anos e sem saber da aliança do filho com a mãe, D. Diogo benzeu-se, o que fez com que o onagro os cuspisse da sela, a terra tremesse e abrisse, deixando ver o fogo do Inferno, que engoliu o animal. Com o susto, pai e filho desmaiaram. D. Diogo, nos poucos anos que ainda viveu, ia todos os dias à missa e todas as semanas se confessava. D. Inigo nunca mais entrou numa igreja e crê-se que tinha um pacto com o Diabo, pois, a partir de então, não havia batalha que não vencesse.


Outra versão

Na atual região da Beira Alta, mais concretamente na aldeia histórica de Marialva vivia há muitos séculos atrás uma donzela muito formosa. Um certo dia um nobre encantado com a sua beleza e querendo desposá-la encomendou os serviços de um sapateiro pedindo-lhe que fizesse uns sapatos para a donzela em questão. Como se tratava de uma surpresa o sapateiro teria de arranjar uma maneira de conseguir fazer um molde dos pés da donzela para acertar no tamanho do pé, certo dia e sem que esta desse por isso espalhou farinha aos pés da cama da donzela para que quando esta se levantasse, deixasse a marca na farinha espalhada no chão, e assim foi. O sapateiro percebeu pela forma deixada no chão que a donzela tinha "pés de cabra", mas mesmo assim fez uns sapatos adequados. Quando o nobre entrega o presente à donzela, esta com o desgosto de saber que já todos sabiam do seu defeito, atira-se da torre do castelo. A donzela chamava-se Maria Alva e ainda hoje, mesmo em ruínas podemos ver a torre do castelo.


(Wikipédia + Lendarium)



terça-feira, 8 de outubro de 2019

"A pintura não é mais do que a literatura feita com pincéis..." (José Saramago)

Obra de Júlio Pomar, pintor português


A pintura não é mais do que a literatura feita com pincéis [...]. A humanidade começou a pintar muito antes de saber escrever.

José Saramago

No seu livro A História do Cerco de Lisboa.


José Saramago ( 1922 — 2010) foi um escritor português.

Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1998. Também ganhou, em 1995, o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago foi considerado o responsável pelo efetivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa.

(Wikipédia)








quinta-feira, 23 de maio de 2019

Uma obra de Almada Negreiros


Ana Vasconcelos, curadora da exposição "José de Almada Negreiros, uma maneira de ser moderno" escolheu uma obra em exposição e justifica de modo breve a sua escolha.



terça-feira, 9 de abril de 2019

Uma pintura de Joaquim Bravo


Joaquim Bravo (Évora, 1935 - Lagos, 1990), foi um professor e pintor português.





quinta-feira, 12 de abril de 2018

Músico surdo (Amadeo de Souza-Cardoso)



Músico surdo (1914-1915), do pintor português Amadeo de Souza-Cardoso (1897 - 1918).


Reparem nas cores do quadro!





sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Despedimo-nos até janeiro do ano próximo!



Menino sentado (1945) é uma obra do pintor brasileiro Cândido Portinari (1903-1962).


Boas festas para todos os alunos do 1º e do 2º ano!






segunda-feira, 15 de maio de 2017

Uma pintura de Amadeo de Souza-Cardoso



Amadeo de Souza-Cardoso (1887 – 1918) foi um pintor português.

Pertencente à primeira geração de pintores modernistas portugueses, Amadeo de Souza-Cardoso destaca-se entre todos eles pela qualidade excecional da sua obra e pelo diálogo que estabeleceu com as vanguardas históricas do início do século XX.

(Wikipédia)



quarta-feira, 22 de março de 2017

Palavras de Almada Negreiros para a nossa Escola



Hoje é o nosso dia, "el Día del Centro", o do IES "M. Domingo Cáceres". Hoje não há aulas e temos muitas atividades a que assistir e muitas coisas para partilhar.

E ainda por cima, estamos a festejar nesta semana os 25 anos de existência da nossa Escola. Eis uma citação do artista e escritor português José de Almada Negreiros para nos acompanhar.


"Há palavras que fazem bater mais depressa o coração…"

Almada Negreiros




(Autorretrato com boné, óleo sobre tela de Almada-Negreiros, c. 1927)


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Arcangelo Ianelli (1922-2009) - Retrato de Katia



Arcangelo Ianelli (1922 — 2009) foi um pintor, escultor, ilustrador e desenhista brasileiro, natural da cidade de São Paulo.




sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Helena Almeida



Helena Almeida (Lisboa, 1934), é uma artista plástica portugues.






segunda-feira, 4 de abril de 2016

A família do artista Almada Negreiros

 


Almada Negreiros (193 - 1970) foi um dos mais importantes artistas plásticos e escritores do século XX em Portugal. Cá temos dois auto-retratos dele com a mulher, a pintora Sara Afonso, e os filhos.

E já agora revemos algum vocabulário da família. Cuidado com o til de nasalidade em mãe, irmão, irmã...


o pai e a mãe, os pais

o marido, a mulher

o filho, a filha, os filhos

o irmão, a irmã, os irmãos, as irmãs






"Quem não viu Lisboa, não viu coisa boa"



Um dos painéis pintador pelo artista Almada Negreiros na Gare Marítima Alcântara em Lisboa ilustra este velho provérbio português que nos fala da beleza da cidade lisboeta:


 Quem não viu Lisboa, não viu coisa boa.


(Alunos do segundo ano: reparem na palavra boa, que não tem til nasal...)











(Blogue do porto e não só)




sexta-feira, 9 de maio de 2014

José de Guimarães


Vimos hoje no livro  na turma de 2ª D a pintura do artista plástico português José de Guimarães que aparece cá em cima, mas a reprodução era um bocado pequena. Aqui podem ver muito melhor e, para além desta, eis outros exemplos da sua obra para vocês terem uma ideia mais completa deste artista. (Mais pinturas dele neste link)




 A domadora de crocodilos


Pesca submarina





José de Guimarães


Lembram-se do que dizia uma das raparigas do diálogo do livro? Dizia que as obras de Guimarães lhe faziam recordar as do pintor espanhol Joan Miró, que nasceu em Barcelona (1893-1936). Eis duas obras deste último para que vocês possam comparar.