Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A montanha mais alta de Portugal fica nos Açores



A Montanha do Pico, a montanha mais alta de Portugal com os seus 2 351 m acima do nível médio do mar. Ilha do Pico vista da Fajã Grande, Calheta, ilha de São Jorge, Açores.

A fotografia é de I. Silveira

(Fonte: Wikipédia)


Despeço-me até ao regresso às aulas em janeiro.






terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Duas renas




Olhem a rena, coitada! É melhor uma rena real em liberdade, não acham?

A rena (palavra de origem lapônia ou finlandesa, pelo francês renne) ou caribu (na América do Norte) é um cervídeo de grande porte, com chifres, que vive em manadas e habita latitudes altas. São característicos das regiões árticas do norte do Canadá, Alaska, Rússia, Escandinávia e Islândia. A origem da palavra "caribou" pode ser uma palavra em micmac, que significa "pata". O caribu é único entre os veados, pois machos e fêmeas possuem chifres.

(Wikipédia)






Um tigre, dois tigres, três tigres...



Trazei três pratos de trigo para três tigres tristes comerem.

Um prato de trigo para um tigre, dois pratos de trigo para dois tigres, três pratos de trigo para três tigres, etc…

Três tigres tristes comiam em um prato de trigo.




Como é que se pronuncia Alice em português?



Conhecem esta menina inglesa? Já leram as suas aventuras? Foram escritas por um escritor chamado Lewis Carroll.

Em português o nome dela escreve-se igual, mas a pronúncia, é claro, é diferente. Quem é que vai pronunciar certo?





(A ilustração é de ArthurRackham)




segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Boas festas: uma canção cabo-verdiana



Como é bonita a música das ilhas de Cabo Verde! O português é lingua oficial neste arquipélago, antiga colónia de Portugal, mas na rua as pessoas falam o crioulo cabo-verdiano: uma  língua crioula, de base lexical portuguesa. É a língua materna de quase todos os cabo-verdianos, e é ainda usada como segunda língua por descendentes de cabo-verdianos em outras partes do mundo.





Um emprego para a mãe nos pedidos ao Pai Natal dos CTT





Um emprego para a mãe nos pedidos ao Pai Natal dos CTT

11.12.2014 - 16:15

O Pai Natal dos CTT já recebeu este ano mais de 80 mil cartas de crianças, que pedem sobretudo "tablets" e os brinquedos da moda, mas também um irmão, a paz no mundo ou um emprego para a mãe.

As cartas dirigidas ao Pai Natal são as únicas que não precisam de selo, nem de um envelope convencional para seguir nos Correios e devem chegar este ano às 170 mil, de acordo com estimativas dos CTT.

Desde que dirigidas ao Pai Natal, as cartas das crianças portuguesas vão sempre parar ao Centro de Distribuição de Correspondência de Cabo Ruivo, em Lisboa, onde uma equipa de 15 "ajudantes" do Pai Natal dos CTT separa os pedidos e respondem a todos os que colocam a morada remetente, enviando também uma surpresa.

No ano passado foram 180 mil as cartas recebidas pelo Pai Natal dos CTT, algumas das quais chegaram já no princípio de fevereiro.

"São cartas enviadas de todo o país, mas também recebemos muitas cartas da Europa, especialmente de França e do Luxemburgo, neste caso de filhos de emigrantes, e de países de expressão portuguesa, sobretudo de Timor, que são claramente cartas de não-portugueses", disse Miguel Noronha Macedo, da área de Eventos e Relações Públicas dos CTT.

A Lusa ajudou os colaboradores do Pai Natal a abrir cartas, que por vezes são apenas um desenho ou uma colagem, e descobriu que as crianças este ano pedem sobretudo "tablets" e brinquedos, princesas, complementos da Violetta, livros, carros, bicicletas, bolas, jogos e consolas.

Mas há também quem peça um irmão, um cão, a paz no mundo, brinquedos e comida para todos, quem junte à lista o pedido de um amigo para não brincar sozinho ou entregue ao Pai Natal as chuchas de que já não precisa e que acabam penduradas na árvore de Natal deste centro dos CTT.


A notícia completa no Jornal de Notícias


Dois bons amigos



Não me lembro do nome do autor desta fotografia, mas lembro-me, sim, da "história" dela. Parece que estes dois animaizinhos tão diferentes eram uns ótimos amigos, passavam uma boa parte do tempo sem se separarem e até dormiam juntos, a tocar-se. Precisavam um do outro.




Uma história de Natal



Uma história de Natal

Era uma vez um cão chamado Tejo, uma cadela chamada Laica e um coelho chamado Orelhas. Eles foram com o seu dono buscar uma árvore porque o Natal estava próximo. O dono andava a escolher uma árvore e o Tejo e a Laica começaram a sentir qualquer coisa. O Orelhas depois de alguns saltos juntou-se a eles e perguntou:

- O que estão a farejar? – quis saber o Orelhas.

Foram andando mais para a frente e viram uma corça e o Orelhas perguntou-lhe:

- Também gostas de brincar na neve?

E a corça respondeu:

- Não, nós corças não gostamos de muita neve porque passamos fome e muito frio.

E a Laica perguntou-lhe:

- Então porque estás aqui?

-Porque estou ferida na perna e não consigo andar.

O Orelhas, o Tejo e a Laica decidiram levar a corça. Quando chegaram a casa abrigaram a corça numa cabana. O Tejo e a Laica foram buscar feno e o Orelhas ficou a fazer companhia à corça. A corça disse para o Orelhas:

- Muito obrigado!

O Orelhas disse:

- Não tens nada que me agradecer.

Passados dois ou três dias o dono dos animais e a sua mulher (que se chamavam senhora Maria e senhor Joaquim) viram o Orelhas, o Tejo e a Laica a levar palha para a cabana. Disse o senhor Joaquim para a senhora Maria:

- Vamos ver o que andam a tramar.

Quando o senhor Joaquim e a senhora Maria entraram na cabana ficaram de boca aberta. Os animais ficaram assustados e com medo que os donos reagissem mal.

- Agora percebo. – disse o senhor Joaquim – A corça estava com frio e estava ferida e vós trouxeste-la para aqui. Fizeram muito bem.

O senhor Joaquim e a senhora Maria ficaram com a corça. Nesse dia era a véspera de Natal. O Tejo, a Laica, o Orelhas e a corça andaram a brincar. À noite, quando era meia-noite , o Pai Natal foi meter as prendas na lareira ao pé da árvore de Natal.

No dia a seguir era Natal e quando o Tejo, a Laica, o Orelhas e a corça acordaram, foram à lareira e viram uma prenda para cada um. A Laica teve uma coleira nova, o Tejo recebeu um osso de brincar, o Orelhas recebeu cinco cenouras e a corça recebeu uns donos que eram o senhor Joaquim e a senhora Maria.

Cristiana Guilherme Marques,  9 anos (4º ano)


(Retirado de aqui)




O jogo da cabra cega



Vocês jogam muito na rua? Há muitos jogos que precisam do ar livre, mas nestes tempos parece que os meninos e meninas jogam mais em casa do que na rua. E há mais coisas do que antigamente: muitos canais de televisão, consolas, telemóveis, tablets, etc.

Suponho, de todas as maneiras, que todos terão jogado à cabra cega mais de uma vez. Diferentes nomes, mas o mesmo jogo. Este jogo tradicional português é exactamente igual do que em outros países. Vamos ler uma definição em português: 

Escolhe-se uma das crianças para ser a cabra-cega. Coloca-se um venda nos seus olhos, alguém faz com que ela dê vários giros e pede-se que ela tente tocar ou segurar alguma das outras crianças participantes. Quem ela conseguir tocar ou segurar primeiro, será a próxima cabra-cega. A norma tem que ser combinada antes, se é só tocar ou tem que agarrar. A brincadeira deve ser realizada em um espaço pequeno e livre, com poucos obstáculos para que não haja acidentes e machucados.


Agora vamos ver qual é o nome deste jogo em diferentes línguas românicas, já sabem, aquelas provenientes do latim:

Em espanhol = juego de la gallina ciega (às vezes "gallinita ciega")

Em catalão = joc de la gallineta cega

Em francês = jeu du Colin-Maillard (vejam em baixo a curiosa origem do nome deste jogo em francês).

Em italiano = gioco della mosca cieca

O romeno é uma excepção: diz-se Baba oarba, que significa "a velha cega".

O inglês e o alemão são línguas que não têm a sua origem no latim, como sabem. Como é que eles dizem? O alemão tem animal e o inglês não tem:

Em alemão = Blindekuh (quer dizer, vaca cega)

Em inglês = blind man's buff


Nota. O nome francês deste jogo tem a sua origem num guerreiro do século X, chamado Jean Colin-Maillard, que perdeu os olhos numa batalha, mas continuou a lutar, batendo ao acaso nos inimigos que havia em redor dele.


 (Definição do jogo: Fundação Joaquim Nabuco)



Como o tempo passa depressa!



Como o tempo passa depressa! Já fizeram os testes todos, faltam poucos dias para o fim das aulas e o Natal está aí, a chegar... Lembram-se os alunos do primeiro ano quando chegaram a esta escola? Gostam de cá estar? De certeza que sim!




Vamos praticar a pronúncia do ch


Os novos alunos estão a comprovar como o português pode ser muito parecido na escrita ("¡Qué fácil! ¡Se entiende casi todo!"). Mas o que é que acontece? Nós aprendemos outras línguas não só para ler, mas também para nos comunicarmos com as pessoas, e isso quer dizer que temos de falar. Então, encontramos no português sons (= sonidos) que não existem em espanhol, um pouco difíceis mesmo, e que custam a pronunciar.

Por exemplo, este som: [ʃ]. É o mesmo que o das letras inglesas sh em shine ou show, e não existe em espanhol. Os novos alunos começam a ver as dificuldades do verbo português chamar-se. Parece-se muito com o espanhol llamarse, mas... não é igual! (ainda por cima, o pronome vai geralmente por trás do verbo!). Vamos lá praticar o som de ch (cê agá) em português, que é também quase sempre o som da letra x (xis) em caixa, baixo, lixo...


Eu chamo-me...

Como (é que) te chamas?


Como (é que) se chama o teu pai?


Como (é que) se chama a tua mãe?


Como (é que) se chama o teu irmão?


Como (é que) se chama a tua irmã?


Cómo (é que) o senhor/a senhora se chama?


(NB. o senhor / a senhora = esp. usted)



Vamos lá praticar e para isso cá temos mais alguma palavras com ch: a chave, a chuva, cheio, o chá, o duche, o machado, o chefe, chegar...


De Cascavel, no Paraná

É no balanco da rede


Foto preta e branca


De Cascavel, no estado brasileiro do Paraná, Alysson Borges traz-nos estas duas fotografias. E de passagem aprendem como é que se diz em português a palavra "hamaca": rede.



sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Uma boa tesoura e um bom corte de cabelo?



É claro que vocês sabem que uma tesoura é um "instrumento cortante composto de duas folhas que se movem sobre um eixo comum" (Priberam). Mas devem saber que é uma palavra que se usa normalmente no singular em português. Em espanhol usamos muitas vezes no plural. Ah, e cuidado com o j da nossa palavra.

Aproveito esta palavra, tesoura, para recordar que em português se diz "Amanhã vou cortar o cabelo", ou "Vais cortar o cabelo?", ou "Não gosto de cortar o cabelo", etc. sem pronomes, como acontece na nossa língua.

Alguém deseja um bom corte de cabelo?



quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Medo, timidez e arrogância



"Uma excelente animação de Simon Christen, que demonstra muito bem o resultado do medo diante de algumas situações nas quais nos sentimos vulneráveis. E na maioria das vezes estes medos originam-se de preconceitos infundados, talvez até mesmo vindos da timidez e da arrogância."





Coitado do Santa Claus





Beto fez este desenho. Cortaram as árvores todas...








terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Isto é uma sala de aula



Isto não é "uma aula", mas uma sala de aula, como podem ver, ou simplesmente, uma sala. Cuidado com o espanhol!

É aqui que os professores dão aulas das diferentes disciplinas: Português, Inglês, Matemática, Ciêcias da Natureza, etc.

Ah, e ontem não tivemos aulas porque era feriado.










sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Uma Minie brasileira em Nova Iorque




Não tenho mais dados do que estes. Uma jovem fotógrafa brasileira em Nova Iorque. Não tenho o nome dela nem a data da fotografia.





quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

"Vosotros, vosotras" = Vocês + 3ª pessoa do plural



Estão a ver? (Isto é, "¿Os dais cuenta?"). Devem aprender a fazer deste modo quando se fala com os amigos em português. Depois de nós, vocês, e não vós.

Reparem como o verbo está na terceira pessoa do plural (sempre assim!) e como o interrogativo quem é igual no singular (Quem és tu?) e no plural (Quem são vocês?).

E para além disso, vejam o que está la em cima à direita no blogue :






segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O que se faz no dia-a-dia


Primeiramente, vamos fazer uma introdução para compreender porque aparece aqui este menino chamado Keong. Já vimos que Macau é um dos lugares em que o português era língua oficial. Foi colónia portuguesa durante mais de quatro séculos.

Desde 20 de Dezembro de 1999, Macau é uma Região Administrativa Especial da República Popular da China. Antes da data mencionada, foi administrada por Portugal. A época da administração portuguesa durou 442 anos. Macau é constituída por uma península e duas ilhas e tem cerca de 500 000 habitantes. As línguas oficiais são o português e o cantonês (chinês).

Agora que estamos a aprender a dizer em português o que fazemos cada dia, vejamos o que o amigo Keong faz

(Nota: reparem que as palavras a negrito são presentes dos verbos regulares e aquelas a vermelho, dos verbos irregulares).
* * *

O Keong levanta-se antes das sete horas todos os dias. Ele demora vinte minutos para se lavar e vestir.

A mãe dele faz o pequeno-almoço para todos. Eles costumam tomar o pequeno-almoço em casa. Depois do pequeno-almoço, ele sai de casa e vai apanhar o autocarro no. 5 para a escola.

As aulas começam às oito horas e acabam ao meio-dia. Normalmente o Keong almoça com os colegas na cantina, ele gosta da comida da cantina. Depois do almoço, eles brincam um pouco no campo da escola. Às duas horas da tarde, voltam para as aulas.

Depois das aulas, ele gosta de ficar na escola a jogar basquetebol com os colegas. Volta para casa a pé às cinco horas. Quando chega a casa, a mãe já está a preparar o jantar. O Keong faz os trabalhos de casa até às sete horas. Depois do jantar, ele e os irmãos veem televisão, a irmã ouve música, o pai lava a loiça e depois o jornal, e a mãe prepara tudo para o dia seguinte. Às dez horas da noite, o Keong vai tomar banho e deita-se às dez e meia.


Agora responde por escrito às seguintes perguntas.

  1. A que horas se levanta o Keong todos os dias?
  2. Quem faz o pequeno almoço em casa?
  3. Como é que o Keong vai para a escola?
  4. A que horas começam as primeiras aulas?
  5. Onde é que o Keong almoça? Porquê?
  6. O que é que ele faz depois das aulas?
  7. Como é que o Keong volta para casa?
  8. O que é que o Keong faz depois do jantar?

(Exercício retirado de http://www.dsej.gov.mo, mais a ajuda da Wikipedia. Adaptado)


Reparem onde fica Macau! Tão longe!
(Há 10992 km entre Lisboa e Macau)




O Ilhéu da Baleia




Situado na costa norte da fantástica Ilha Graciosa, no Arquipélago dos Açores, o bonito Ilhéu da Baleia recebeu este nome dada a sua curiosa formação, que em muito se assemelha a esse cetáceo.

Estas rochas vulcânicas, basálticas, formam igualmente uma aprazível Baía de grande beleza e águas cristalinas, bem frente ao Ilhéu, fazendo parecer que a enorme baleia ruma à costa da Graciosa.

(Guia da cidade)


A fotografia é de Zé Pinho.





quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Uma quadra de desafio

Um boi na serra (Fotografia de Miguel Pinto)


Uma quadra de desafio brasileira, anónima, é claro:

Lá em cima daquela serra,
passa boi, passa boiada,
passa gente ruim e boa,
passa minha namorada.


O que é uma quadra de desafio? Uma das definiçoes de desafio é "situação em que os cantadores respondem um ao outro, improvisando." E cantar ao desafio é cantar à desgarrada. É complicado? Vamos ver:

A desgarrada é uma cantiga popular em que os cantadores vão improvisando, desafiando e respondendo um ao outro, normalmente ao som de concertina. Para além de "Desgarradas", também recebem denominações de Cantares ao Desafio, Cantigas ao Desafio, Cantigas à Desgarrada, etc.



terça-feira, 25 de novembro de 2014

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Vejam só!



Não me lembro de onde encontrei esta fotografia. Também não sei o nome do autor. É pena. Estão a ver? O passarinho parece estar muito à vontade no ombro do menino.


estar à vontade  = "estar a gusto"




quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O melhor remédio para a ignorância



Há muitas pessoas que não puderam estudar, mas leem livros, e aprendem neles muita coisa. É verdade, um livro é o melhor remédio para a ignorância, que é algo terrível, terrível.

Vejam esta menina em baixo, ainda não sabe ler, mas adivinha o caminho que um dia há de seguir.






O queixo não se come

Queixo (Fotografia de Lady Amnésia)


Vocês gostam de queijo? De certeza que a maioria gosta. E gostam de queixo? Cuidado com o xis, porque então o lacticínio fica convertido numa parte do corpo. Estão a ver? Alguns de vocês escreveram "queixo" em vez de "queijo"...

Para além das letras, já sabem que o som por elas representado é diferente:
Na palavra queijo, o j (jota) tem um som [ʒ] (palatoalveolar fricativo sonoro).

Na palavra queixo, o x (xis) tem um som [ʃ] (palatoalveolar fricativo surdo)


A partir de agora espero que ninguém faça esta confusão ou que peça em Portugal uma sandes de "queixo"... Teria muita piada.




Um bom queijo da vila alentejana de Nisa




quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O mundo ao contrário



Ver o mundo ao contrário serve-nos às vezes para pensar um bocado...




"Sempre a questionar, sempre a questionar!"


Tinha-me esquecido das letras do Webcedário. Cá estão e hão de voltar mais vezes, é claro. Se clicarmos na etiqueta podemos ver outras mensagens dele.

Um ponto de exclamação e um ponto de interrogação à conversa. O primeiro queixa-se... Como já sabem, em português só se usam no fim da frase.





segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A língua portuguesa no mundo



A língua portuguesa tem uma das histórias mais fascinantes entre as línguas de origem europeia. Em razão das navegações portuguesas nos séculos XV e XVI, tornou-se um dos poucos idiomas presentes na África, América, Ásia e Europa.

A língua portuguesa, com mais de 210 milhões de falantes nativos, é a sétima língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. Idioma oficial único do Brasil, e idioma oficial, conjunto com outros idiomas, de Portugal (cuja segunda língua oficial é o mirandês), Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, é falada na antiga Índia Portuguesa (Goa, Damão, Diu e Dadrá e Nagar Aveli), além de ter também estatuto oficial na União Europeia, no Mercosul e na União Africana.

Ficou claro? O português é a língua oficial em nove países de quatro continentes:

Angola (10,9 milhões de habitantes)
Brasil (187 milhões)
Cabo Verde (415 mil)
Guiné-Bissau (1,4 milhão)
Macau (500 mil)
Moçambique (18,8 milhões)
Portugal (10 milhões)
São Tomé e Príncipe (182 mil)
Timor-Leste (800 mil)


(Dados da Wikipedia e de www.amigosdolivro.com.br)


Nota (dezembro 2014). Escreve-nos André, do Brasil, e diz o seguinte: "Por aqui já tem mais de 202 milhões de pessoas (estimativa pra julho/2014). Sendo que no Censo de 2010 (oficial) já eram 190 milhões... então, 187 está longe do que é hoje, garantidamente"


Podem ver aqui mais um mapa: "Aqui se fala português"




Os Açores



Portugal não é só o território que fica na Península Ibérica. Para além da Madeira, estão os Açores, que são um arquipélago transcontinental e um território autónomo da República Portuguesa, situado no Atlântico nordeste.

Qual a distância até Portugal Continental?  Cerca de 1 500 Km. A sua superfície é de 2 333 km2 e tem uma população de 256 000 habitantes.

Outro dia veremos aqui fotografias das Ilhas Açores.





A Madeira


A Região Autónoma da Madeira constitui uma das regiões autónomas de Portugal, correspondendo territorialmente ao arquipélago da Madeira. A Região é dotada de autonomia política e administrativa através do Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma da Madeira, previsto na Constituição da República Portuguesa.

O território do arquipélago contém duas ilhas principais: a ilha da Madeira e a ilha do Porto Santo; além destas, existem dois grupos de ilhas desabitadas, as ilhas Desertas e as Selvagens.


A ilha da Madeira possui uma orografia bastante acidentada, sendo os pontos mais altos o Pico Ruivo (1862 m), Pico das Torres (1851 m) e o Pico do Arieiro (1818 m). A costa norte é dominada por altas arribas e na parte ocidental da ilha surge uma região planáltica, o Paul da Serra (1300–1500 m).

(Fonte: Wikipédia)


O Funchal, capital da Madeira


Pico do Areeiro


A Madeira vista de um satélite



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ler é uma delícia: "O Vento Norte e o Sol"




Como dizer que "ler é uma delícia" e não ter nada para ler.
 

O Vento Norte e o Sol

Uma disputa surgiu entre o Vento Norte e o Sol, cada um afirmando que era mais forte do que o outro. Para provar o que cada um dizia, eles concordaram em mostrar seus poderes sobre um viajante que, vestindo um casaco, caminhava pela calçada.

Ficou acertado entre eles, o Vento e o Sol que, quem conseguisse fazer o homem tirar o casaco, era o mais forte.

O Vento começou. Soprou violentamente contra o homem, mas quanto mais soprava, mais o homem segurava firmemente seu casaco contra o corpo. Exausto de tanto tentar, o vento desistiu.

Então chegou a vez do Sol. Saindo detrás das nuvens, o Sol lançou gentilmente seus raios sobre o homem, que, sentindo um leve calor, logo desabotoou seu casaco. O Sol aumentou um pouco seu brilho e o homem, em seguida, retirou o casaco e, segurando-o no braço, continuou a caminhar alegremente sobre os suaves raios do Sol.


Moral da história: Persuasão e gentileza são melhores do que a força.



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A correr pelo corredor




Que grande correria...!






O bom pão do Alentejo




Não gostavan de provar o pão que estes senhores estão a fazer no forno? Muito melhor do que esse industrial que se encontra em toda a parte da nossa cidade de Badajoz... Sempre que vou a Elvas, volto com várias peças de pão para casa.






(Fotografias de Raia - Alentejo - Portugal no FB)



terça-feira, 11 de novembro de 2014

As Docas de Castelo Branco


Estas duas fotografias foram tiradas por mim quando estivemos no passado dia 15 de outubro na cidade de Castelo Branco com 29 alunos do 3º ano para nos encontrarmos com os nossos amigos da EBI João Ruiz.

Recentemente chegou à nossa escola um aluno de Castelo Branco, que está na turma do 1º B da ESO. De certeza que o Leonardo terá brincado e corrido nesta praça. Esta mensagem vai dedicada para ele. Havemos de lhe pedir para ele nos contar alguma coisa da sua terra na sala de aula.

Bem-vindo a Badajoz, Leonardo!


Cá em baixo podem ver o Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco. Podem clicar neste link do blogue dos vossos colegas mais velhos, há um um vídeo na mensagem.