Blogue dos alunos de português de 1º e 2º da ESO do IES 'M. DOMINGO CÁCERES', em Badajoz, Espanha (2010-09-01 a 2020-01-17)
Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa
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terça-feira, 14 de janeiro de 2020
"Não vales pelo que tens, vales pelo que dás"
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Provérbios
quarta-feira, 29 de maio de 2019
Um provérbio chinês
Há tres coisas que não voltam atrás: a flecha lançada, a palavra dada e a oportunidade perdida.
Provérbio chinês
Provérbio chinês
terça-feira, 12 de março de 2019
O contrário de depressa é...
A HISTÓRIA DA LEBRE E DO CÁGADO
Era uma vez... uma lebre e um cágado.
Um dia, estando a conversar, diz assim a lebre para o cágado:
- Olha lá, tu não queres fazer uma corrida comigo?
O cágado respondeu-lhe que sim.
A lebre riu-se para dentro e pensou assim:
-Quem vai ganhar sou eu. Ele é tão lento...!
Na manhã seguinte preparam-se todos para a corrida. Quando se encontraram na partida, a lebre começou logo a correr, e o cágado a avançar todo lento. Quando a lebre já se tinha distanciado bastante, tanto que já nem via o cágado, pensou assim:
- O cágado ainda está tão longe que eu bem posso dormir uma soneca. Deitou-se à sombra de uns arbustos e adormeceu, sonhando com a vitória. Entretanto o cágado, que vinha muito lentamente, passou pela lebre, viu-a a dormir, e pensou assim: -Ah, ah, ah, até parece que vou ganhar...! Passado muito tempo a lebre finalmente acordou. Não viu o cágado e começou a correr.
Já perto da chegada viu finalmente o cágado.
No entanto, este já estava a atravessar a meta, pelo que ganhou.
A lebre, ao chegar, deu os parabéns ao cágado e deu-lhe também um beijinho.
(Fábulas de La Fontaine – In “Terra do Nunca”, Nº 350 – Ano 6 – 26.10.03)
Lido em O sótão da Inês
Era uma vez... uma lebre e um cágado.
Um dia, estando a conversar, diz assim a lebre para o cágado:
- Olha lá, tu não queres fazer uma corrida comigo?
O cágado respondeu-lhe que sim.
A lebre riu-se para dentro e pensou assim:
-Quem vai ganhar sou eu. Ele é tão lento...!
Na manhã seguinte preparam-se todos para a corrida. Quando se encontraram na partida, a lebre começou logo a correr, e o cágado a avançar todo lento. Quando a lebre já se tinha distanciado bastante, tanto que já nem via o cágado, pensou assim:
- O cágado ainda está tão longe que eu bem posso dormir uma soneca. Deitou-se à sombra de uns arbustos e adormeceu, sonhando com a vitória. Entretanto o cágado, que vinha muito lentamente, passou pela lebre, viu-a a dormir, e pensou assim: -Ah, ah, ah, até parece que vou ganhar...! Passado muito tempo a lebre finalmente acordou. Não viu o cágado e começou a correr.
Já perto da chegada viu finalmente o cágado.
No entanto, este já estava a atravessar a meta, pelo que ganhou.
A lebre, ao chegar, deu os parabéns ao cágado e deu-lhe também um beijinho.
(Fábulas de La Fontaine – In “Terra do Nunca”, Nº 350 – Ano 6 – 26.10.03)
Lido em O sótão da Inês
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Provérbios
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
A ovelha generosa (António Torrado)
Era uma ovelha muito generosa. Sabem o que é ser generoso? É gostar de dar, dar por prazer. Pois esta ovelha era mesmo muito generosa. Dava lã. Dava lã, quando lhe pediam. Vinha uma velhinha e pedia-lhe um xailinho de lã para o Inverno. A ovelha dava. Vinha uma menina e pedia-lhe um carapuço de lã para ir para à escola. A ovelha dava. Vinha um rapaz e pedia-lhe um cachecol de lã para ir à bola. A ovelha dava. Vinha uma senhora e pedia-lhe umas meias de lã para trazer por casa. A ovelha dava.
- Ó ovelha, não achas de mais? Xailes, carapuços, cachecóis, meias... É só dar, dar...
- Não se ralem - respondia a ovelha. - Vocês não aprenderam na escola que a vaca dá leite e a ovelha dá lã? É o que eu estou a fazer.
Apareceu a Dona Carlota, muito afadigada:
- Eu só queria um novelozinho para fazer um saco para a botija. Ainda chega? Pois claro que chegava. A ovelha a dar nunca se cansava.
Veio a Dona Firmina, muito preocupada:
- Eu só queria um novelozinho para uma pega para a cozinha. Ainda chega? Pois claro que chegava. A ovelha a dar nunca se cansava.
Veio a Dona Alda, muito atarantada:
- Eu só queria um novelozinho para acabar uma manta. Ainda chega? Pois claro que chegava. A ovelha a dar nunca se cansava.
E eram coletes, camisolas, golas, golinhas, luvas... que a gente até estranhava que a lã se lhe não acabasse. A ovelha sorria e tranquilizava: - Não acaba. Nunca acaba. Conhecem aquele ditado: "Quem dá por bem, muito lhe cresce também"? Pois é o que eu faço.
E a ovelha generosa lá foi atender uma avó, que precisava de um novelo para um casaquinho de bebé, o seu primeiro neto que estava para nascer...
António Torrado
De Histórias do dia
Biblioteca Escolar Escola B. I. de S. João de Loure.Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha.
- Ó ovelha, não achas de mais? Xailes, carapuços, cachecóis, meias... É só dar, dar...
- Não se ralem - respondia a ovelha. - Vocês não aprenderam na escola que a vaca dá leite e a ovelha dá lã? É o que eu estou a fazer.
Apareceu a Dona Carlota, muito afadigada:
- Eu só queria um novelozinho para fazer um saco para a botija. Ainda chega? Pois claro que chegava. A ovelha a dar nunca se cansava.
Veio a Dona Firmina, muito preocupada:
- Eu só queria um novelozinho para uma pega para a cozinha. Ainda chega? Pois claro que chegava. A ovelha a dar nunca se cansava.
Veio a Dona Alda, muito atarantada:
- Eu só queria um novelozinho para acabar uma manta. Ainda chega? Pois claro que chegava. A ovelha a dar nunca se cansava.
E eram coletes, camisolas, golas, golinhas, luvas... que a gente até estranhava que a lã se lhe não acabasse. A ovelha sorria e tranquilizava: - Não acaba. Nunca acaba. Conhecem aquele ditado: "Quem dá por bem, muito lhe cresce também"? Pois é o que eu faço.
E a ovelha generosa lá foi atender uma avó, que precisava de um novelo para um casaquinho de bebé, o seu primeiro neto que estava para nascer...
António Torrado
De Histórias do dia
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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Um provérbio de Confúcio
Confúcio (chinês: 孔子, pinyin: Kǒng Zǐ, Wade-Giles: K'ung-tzŭ, ou chinês: 孔夫子, pinyin: Kǒng Fūzǐ, Wade-Giles: K'ung-fu-tzŭ, literalmente "Mestre Kong") foi o mais famoso filósofo e pensador político da China e viveu entre 552 e 479 a.C.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Mais um provérbio chinês
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Um provérbio chinês
segunda-feira, 4 de abril de 2016
"Quem não viu Lisboa, não viu coisa boa"
Um dos painéis pintador pelo artista Almada Negreiros na Gare Marítima Alcântara em Lisboa ilustra este velho provérbio português que nos fala da beleza da cidade lisboeta:
Quem não viu Lisboa, não viu coisa boa.
(Alunos do segundo ano: reparem na palavra boa, que não tem til nasal...)
(Blogue do porto e não só)
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Um provérbio africano
O que acham destas palavras?
O que são pegadas? Vamos ver no Priberam:
1. Sinal ou vestígio do pé. 2. Conjunto de marcas deixadas pela passagem de algo ou alguém
O que são pegadas? Vamos ver no Priberam:
1. Sinal ou vestígio do pé. 2. Conjunto de marcas deixadas pela passagem de algo ou alguém
Nota. Já conhecem o falso amigo apagar (esp. "borrar")
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
O que é o sucesso?
A terceira acepção da palavra sucesso no dicionário Priberam, diz assim:
O que tem bom resultado, boas vendas ou muita popularidade (ex.: este é o último sucesso do escritor). = ÊXITO ≠ FIASCO, FRACASSO
Mais uma coisa: As aparências iludem. Isso acontece muitas vezes na vida.
Dá para perceber?
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quarta-feira, 19 de junho de 2013
Um provérbio africano
Estão a ver como é que diz na África o que cá na Europa é a união faz a força? É uma verdade universal.
Mia Couto é um escritor moçambiacano, Prémio Camões deste ano, e que esteve há pouco por aqui.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Um provérbio
O que acham? Evidentememte nem sempre será assim, mas muitas vezes acontece. Uma coisa é dizer que vou fazer tal coisa, e outra bem diferente eu fazer isso...
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Um provérbio africano
Jacaré boiando (Fotografia de N. Vitorino)
E mais África no dia de hoje, mais Moçambique. O que acham deste provérbio que li num livro do poeta moçambicano Rui Knopfli:
Sem que tenhas atravessado todo o rio, não te rias das mandíbulas do jacaré.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
O saber não pesa na cabeça nem ocupa lugar
Há um provérbio português que diz o seguinte: O saber não ocupa lugar. É fácil, não é?
E há mais um que diz: O saber não pesa na cabeça.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Devagar que tenho pressa

Vocês ouviram alguma vez um provérbio espanhol que diz Vísteme despacio que tengo prisa? Em poucas palavras, quer dizer que não é possível fazer à pressa as coisas e estas sairem bem, percebem? É melhor fazer as coisas devagar (= despacio).
Em português dizem assim:
Devagar que tenho pressa.
Mais uma palavra: depressa.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Longe dos olhos
Fotografia de Alice Albuquerque
Vejam lá uma adivinha muito fácil... Qual é o provérbio espanhol que se corresponde com este provérbio português?
Longe dos olhos, longe do coração.
É isso, aquilo que não vemos, é fácil que não nos toque nos sentimentos, no coração.
É isso, aquilo que não vemos, é fácil que não nos toque nos sentimentos, no coração.
sábado, 30 de outubro de 2010
Um moleiro
Este é um conto popular português intitulado Um moleiro. Já vos aconteceu algo parecido alguma vez com a fome?
Trabalhava no seu moinho um moleiro, chegou o rei com a sua comitiva.
–Há dois dias que nos perdemos no mato (= "en el bosque") e morremos à fome; tens alguma coisa que nos dês?
–Tenho pão de cevada e mel.
Ficaram todos muito contentes. O moleiro foi buscar um tabuleiro de pão, que desapareceu num momento.
–Venha o mel - ordenou o rei.
–O mel comeram os senhores com o pão.
O rei compreendeu a resposta: não há melhor mostarda do que a fome; até o pão de cevada sabe a mel.
Podemos aproveitar para recordar dois provérbios portugueses sobre a fome. Vocês vão pensar logo no equivalente espanhol do primeiro...
À boa fome, não há mau pão.
A fome é o melhor tempero.
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