Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Que tal esta árvore de Natal?



Que tal esta sugestão de árvore de Natal que nos fazem em Eu amo ler? É claro que devemos ter uma boa biblioteca para dar uma certa altura à árvore.



Boas Festas para todos



A menina e a zebra



Reparem no olhar da zebra...

(Revista Bula)





"Peixe que nunca viu terra e céu..."



Para que não seja tudo Natal, Natal, tanto açúcar, etc... lá vai uma série de mensagens que não têm nada a ver com estes dias.

Estão a ver como o autor joga com duas palavras que parecem uma...

Mais uma coisa. Este quadrinho vem do Brasil e embora em Portugal também se diga "estar + gerúndio" (está voando, por exemplo), nós estudámos, lembrem-se, que a estrutura habitual é "estar a + infinitivo" (estar a voar)



Mais uma canção de Natal: Pinheirinho



Já escutámos  Toca o sino. Agora temos aqui mais uma versão do Jingle Bells com uma letra diferente:


PINHEIRINHO

Pinheirinho, pinheirinho
De ramos verdinhos
P'ra enfeitar, p'ra enfeitar
Bolas, bonequinhos. (bis)

Uma bola aqui
Outra acolá
Luzinhas que tremem
Que lindo que está.

Olha o Pai Natal
De barbas branquinhas
Traz o saco cheio
De lindas prendinhas.

É Natal, é Natal
Tudo bate o pé
Vamos pôr o sapatinho
Lá na chaminé.



Outra versão no Youtube




quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Um lagarto nordestino



Nem tudo há de ser Natal nestes dias... Eis um animalzinho do Nordeste brasileiro, um lagarto. É bonito, não é?

O nome do fotógrafo é Emir Filho.






Manoel de Barros faz 97 anos



Há um poeta brasileiro, chamado Manoel de Barros, que nasceu a 19 de dezembro de 1916. Quer dizer, hoje faz 97 anos. Imaginem, quase um século de vida!

Desejamos-lhe muitos parabéns e lemos estas palavras dele.



quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Duas canções de Natal


Um presépio


Nós chamamos "villancicos" às canções que se cantam no Natal. Uma boa parte destas canções são iguais em muitos países porque foram traduzidas do inglês, como Jingle Bells. Embora, pessoalmente, eu não goste destas músicas que nestas datas se ouvem nas lojas e nas ruas e em toda a parte, e haja alguns alunos que também não gostam delas, há muitos que querem ouvir.

É por isso que hoje duas canções de Natal: Toca o sino, versão em português desse Jingle Bells,  mais uma  tradicional portuguesa, o Natal de Elvas





TOCA O SINO
Toca o sino pequenino
E toda a gente a ouvir.
Ai que bom, ir pelo caminho
Com gente a sorrir.

Pelo caminho eu vou,
Caminho de brincar,
O sino tocou,
O Natal está a chegar.

O galo cantou
Está quase a amanhecer,
Vou depressa vou
Que não há tempo a perder.

Toca o sino pequenino
E toda a gente a ouvir.
Ai que bom, ir pelo caminho
Com gente a sorrir.




Dois sinos







NATAL DE ELVAS


Eu hei-de dar ao Menino
Uma fitinha pró chapéu
E ele também me há-de dar
Um lugarzinho no céu.

Olhei para o céu,
Estava estrelado.
Vi o Deus Menino
Em palhas deitado.

Em palhas deitado,
Em palhas estendido,
Filho duma rosa,
Dum cravo nascido!

Arre , burriquito,
Vamos a Belém,
A ver o Menino
Que a senhora tem.

Que a senhora tem,
Que a senhora adora,
Arre burriquito,
Vamo-nos embora.




A Praça da República, na vizinha cidade de Elvas




O conto do homem que gostava de comer bacalhau com todos (Fernando Hilário)


Vale a pena recuperar este belo conto de Natal. O importante, afinal, é, como aqui acontece, estarmos todos.

Para melhor compreender o conto de hoje é preciso saber que o bacalhau com todos é um prato da cozinha portuguesa composto por bacalhau cozido, às postas, acompanhado de batatas, cebolas, ovos e couves, tudo cozido, enfeitado com azeitonas e regado com azeite. Mas, como poderão comprovar, o título não diz respeito apenas ao nome deste prato, mas ao modo como é comido.

E agora, toca a ler... e pensar nos outros, em todos, sobretudo naqueles que não têm e nos dias de loucura consumista que se aproximam vão passar tão maus bocados por não terem muitas vezes o imprescindível. Reflictam um pouco nisso.



O CONTO DO HOMEM QUE GOSTAVA DE COMER BACALHAU COM TODOS


Um homem sentou-se à mesa para comer bacalhau com todos, mas estava sozinho. Mesmo assim, começou a comer bacalhau com todos. Mas, como se já não bastasse a coisa anterior, o bacalhau estava insonso, o azeite ácido de mais, as batatas negras, os legumes melados. Merda, disse o homem, isto está uma merda pegada! Mas, como se não bastasse, o empregado ouviu o homem a dizer merda e veio perguntar o que se passava. O homem aproveitou para repetir ao empregado que o bacalhau estava uma merda. E, disse-o alto, tão alto que todo o restaurante ouviu. O empregado achou que devia dizer ao gerente, e o gerente veio perguntar ao homem o que se passava.

O que se passa é que isto está uma merda, uma merda pegada, disse o homem. E disse-o tão alto que o restaurante todo ouviu, incluindo a cozinheira, que era gorda, como são todas as cozinheiras. Está uma merda?!; perguntou ela. Não sei porque é que está uma merda!?, concluiu ela. Está uma merda, gritou o homem, tanto que o restaurante todo ouviu, e ouviu o polícia de giro. O polícia de giro entrou no restaurante para perguntar o que se passava. O homem aproveitou para dizer que tudo aquilo estava uma merda. Mas disse-o tão alto que o comandante da esquadra da polícia ouviu, e também o bispo ouviu, e o comandante dos bombeiros também ouviu, e todos vieram ao restaurante perguntar o que se passava. E o homem aproveitava para gritar que aquilo tudo estava uma merda. E gritava tão alto que veio o Presidente da República, o primeiro-ministro e o ministro da Defesa e da Ordem. Perguntavam o que se passava e o homem dizia que tudo aquilo estava uma merda, uma merda pegada. Gritava tão alto que Deus acabou por aparecer no restaurante a perguntar: o que se passa?

O homem reconheceu Deus, cumprimentou-o com uma palmadinha nas costas, olá como estás, e aproveitou para lhe dizer que adorava comer bacalhau com todos. Vamos a isso, disse Deus. A cozinheira saltou para a cozinha. O empregado pôs uma enorme mesa, e daí a pouco tempo, todos estavam a comer. Passado um bocado, o gerente veio perguntar que tal? Está uma merda, disseram todos em uníssono.

Mas estamos todos, disse o homem.

Fernando Hilário




Batucada na Bahia para o Juan José



Não sei se é o Salvador, capital do estado brasileiro da Bahia ou é a cidade baiana de Ouro Preto, mas tanto faz. Juan José, aluno da turma de 1º D, estuda percussão, e é para ele que esta mensagem musical vai dedicada.

Uma grande batucada! De certeza que o Juan José gostaria de participar nela, não é?

Para o significado de batuque e batucada, ver aqui: "Batucada de cores".


Batuque na noite, pintura de Thaís Ibañez


Os batuques levam-nos para África:






terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Hoje foi o aniversário da Raquel (1º D)


Hoje aprendemos na sala de aula a perguntar pelo aniversário de alguém e a dizer a data do próprio aniversário:

Quando é o teu aniversário? - Quando é o teu dia de anos - Quando são os teus anos?

Eu faço anos a 8 de setembro - Eu faço anos no dia 15 de junho...

Foi assim que soubemos que hoje, dia 17 de dezembro, a Raquel fazia anos. Cantámos-lhe os parabéns e o Professor acrescentou a resposta que poderia dar a aniversariante:

Obrigada, meus amigos,
do fundo do coração,
por me terem cantado
esta linda canção.

Parabéns, mais uma vez, Raquel! Apetece-te um bocado?





De que cor são os olhos desta menina?





(Audio Glass)


A aprender duas palavras com 'O burro teimoso'



De certeza que com estes desenhos animados vão aprender duas palavras, e não vão esquecer: um adjetivo, teimoso, e um verbo, teimar.

Vejamos o que nos diz o dicionário Priberam destas duas palavras:

teimoso
1. Que ou aquele que teima.
2. Que ou quem é persistente numa ideia ou ação.

teimar
verbo intransitivo
1. Obstinar-se.
2. Insistir, porfiar.

verbo transitivo
3. Insistir em.


Será teimoso este bonito burrinho? Ou estará a aprender a sê-lo?


 Foto: Rui Coutinho/Global Imagens/Arquivo



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Maré de tinta azul






Ótima semana, é claro


De certeza que todos vocês acham esta semana como uma ótima semana, não é?






Uma bela bola de pastilha elástica



Um fotógrafo chamado Bob Landry tirou esta fotografia em 1946. Vejam bem como é grande a bola de pastilha elástica que a menina está a fazer., bem maior que a da outra menina da fotografia a cores. E as caras das amigas?

Para que saibam como é antigo o uso da pastilha (não é obrigatório acrescentar o adjetivo), leiam o primeiro parágrafo do que nos diz a Infopédia:

Aquilo a que hoje chamamos pastilha elástica já era conhecido desde as antigas civilizações. Na Grécia era comum mastigar a resina de uma árvore chamada mastiche para lavar os dentes e melhorar o hálito. Na civilização Maia usavam uma resina chamada chicle também para mastigar.

No Brasil dizem chiclete.





sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Mais uma tira de Heitor Isoda



Heitor Isoda, que assina como Heitor Tirinhas, é o autor desta tira. A música da tira fica para vocês a imaginarem.


 Heitor Isoda já cá esteve: "Falta muito?" 




Um postal para descrever


Esperemos não ter problemas com o computador nem com o projetor como nos dias anteriores... Como uma pergunta opcional a turma de 2º D tem para a prova de hoje uma breve descrição deste postal que se intitula Despedida. 

O autor é Mário Soure, que vocês já conhecem de um trabalho que fizeram com mais fotografias dele no passado dia 8 de novembro.

Estamos em Coimbra. Meninos e meninas, vamos lá descrever...





Gostam destes fatos de banho?



Não é tempo de tomar banho, é claro, está muito frio! Mas achei esta fotografia antiga e trouxe-a para que vocês vissem. Deve ter uns 100 anos, mais ou menos. 

O que acham? Gostam dos modelos de fatos de banho destas meninas?





quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Este senhor é careca




Pois é, este senhor é careca, quer dizer, que não tem cabelo nenhum na cabeça. Além disso, a palavra é também substantivo.





Como é bonita Lisboa!



Como se fôssemos pássaros, voamos pelas ruas de Lisboa...



(Fonte: Casa na aldeia)





Fome



Lamento não saber o autor deste desenho intitulado Fome. Ai, essa sardinha sem carne nenhuma! E para além da sardinha, temos um talher (cuidado com este falso amigo!): um garfo.






quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Mais um livro novo!





(Fonte: Eu amo ler)

A vírgula de O'Neill


Recupero esta mensagem, que dedico ao David, da turma de 1º D, porque escreveu quatro linhas sem nenhum ponto nem vírgula, que são tão importantes para a expressão escrita em qualquer língua. Será que ele faz assim também em espanhol?


Com estes versos do poeta português Alexandre O'Neill fica bem clarinho o que é uma vírgula, e a importância dela. E a mesma coisa acontece também na nossa língua, vejam bem.

Quando estou mal disposta
(e estou-o muitas vezes...)
mudo o sentido às frases,
complico tudo...


Vejam um exemplo. O que acontece com esta frase, se tirarmos a vírgula?

Não, queremos saber.




terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Batucada de cores


Batucada de cores é o título desta fotografia de Júlia Moraes. Foi tirada numa cidade do estado nordestino de Pernambuco, no Brasil, chamada Olinda.  Não é a primeira, nem a segunda vez, que esta bonita cidade brasileira aparece no nosso blogue.

Parece que este postal nos traz um bocado de calor a estes dias tão frios, que mais parecem de inverno do que de outono.

O que é batucada? Um derivado de batuque. Vejamos o que nos diz a Infopédia.

batucada
1. toque de batuque
2. dança acompanhada de batuque
(De batuque+-ada)


batuque
1. MÚSICA instrumento de percussão cilíndrico de madeira, coberto de pele numa das extremidades, semelhante ao tambor
2. dança ao ritmo dos tambores
3. ruído de golpes repetidos
(Do landim batchuque, «tambor; baile»)



segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O outono (Arcimboldo)



Estes dias tão frios recordam-nos que o inverno já cá está, muito perto. Antes de a estação terminar, podem ver aqui como imaginava o outono o pintor italiano Giuseppe Arcimboldo (1527-1593).

Já tínhamos visto aqui O inverno e também esta pintura de um bibliotecário. São muito curiosas, não são?



quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

A capital do Brasil é... Brasília!



Fotografias de Juca Filho


Isto é para aqueles alunos do 1º ano da ESO que escreveram como capital do Brasil o Rio de Janeiro (ou deixaram sem responder).

O Rio foi a capital até à terceira semana de abril de 1960. Desde aquela altura, a capital é Brasília. Leiam:

 [Brasília] "A cidade começou a ser planejada e desenvolvida em 1956 por Lúcio Costa e pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek, Brasília tornou-se formalmente a terceira capital do Brasil, após Salvador e Rio de Janeiro. Vista de cima, a principal área da cidade se assemelha ao formato de um avião ou de uma borboleta."

Vejam em baixo.

Vamos clicar neste link para ver mais algumas fotografias da cidade de Brasília.




(O plano e a fotografia aérea retirados de polis)



Olhem o gato!



Vejam como o gato está a preparar uma estratégia para lutar contra os ratos... Como é esperto este malandro! Até sabe inglês...





terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A andorinha



A andorinha integrou o imaginário popular português, simbolizando a casa, a família, o amor, a lealdade e a fidelidade. Funcionam como amuleto para a harmonia, a felicidade e a prosperidade no lar e na familia. As andorinhas têm um unico parceiro ao longo da vida, costumam visitar Portugal durante a Primavera e o Verão, passam o Outono e o Inverno na África, onde há mais calor.

É claro que o que aqui se diz da andorinha serve também para o nosso país.

(Fonte: Casa na aldeia)


sábado, 30 de novembro de 2013

Tangerina



Aprendemos uma palavra que não se parece à nossa (só rima com ela!):  tangerina. Vejam a variedade dos nomes que ela tem. A forma mais usada,  "tangerina", vem de "laranja tangerina", isto é, "laranja de Tânger. A Wikipédia diz-nos o seguinte (reparem na origem desta fruta tão e saudável:

A tangerina (Citrus reticulata), também laranja-mimosa, mandarina, fuxiqueira, ponkan, laranja-cravo, mimosa, vergamota, clementina, bergamota ou mexerica, é uma fruta cítrica de cor alaranjada e sabor adocicado. Parece ser uma antiga espécie selvagem, nativa da Ásia (Índia, China e países vizinhos de clima subtropical e tropical úmido). 



sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Que bom aspeto tem esta sandes! São servidos?



Pão tradicional com presunto e queijo da Serra da Estrela. O queijo não está aquecido... é mesmo assim. Maravilhoso.


(Texto e fotografia de Casa na aldeia)



Vejam só! Tudo isto faz uma árvore num ano!


Estão a ver como são boas as árvores? Devemos cuidá-las e respeitá-las.


(Reparem que árvore é uma palavra feminina em português: a árvore, uma árvore bonita, baixa, alta, etc; as árvores, duas arvores...)


Quais "pantalões"?!!! As calças!!!


"Pantalões"?!!! Acho que não estudámos esta palavra no livro, ou vocês viram? O que estes rapazes vestem são umas calças, e não "uns pantalones" ou "pantalões"...  É mesmo assim, juro! :)

De passagem, podemos dizer que as calças deles são de cores ou coloridas, que são bonitas, feias, etc., sempre no feminino plural, visto a palavra calças ter género feminino e número plural.

Vamos esquecer-nos dessa palavra, já sabem, e ficar com as calças na memória.



quinta-feira, 28 de novembro de 2013

HÁ: 3ª pessoa do presente do verbo HAVER


A terceira pessoa do singular do presente do verbo haver é esta:. Já vimos no livro, no quadro, fizemos frases... mas alguns alunos da turma de 2º D escreveram numa prova escrita "hay" (mesmo assim, em espanhol) ou construiram duas frases sem conjugar o infinitivo, o que não fazia sentido.

Olhem só! É fácil: . Estão a ver  a capa do livro e as outras imagens? Já sabem.








quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Vocês, vocês, vocês + 3ª pessoa do plural



Para aqueles alunos que depois de nós, escrevem ou dizem vós... Já temos falado disso várias vezes na sala de aula. Para traduzir o espanhol "vosotros/as" devem usar vocês. Reparem nas imagens!

Uma coisa muito importante: a forma verbal que acompanha vocês é a terceira do plural. Deste modo, devem traduzir todas as segundas pessoas do plural espanhol com uma terceira pessoa em português, quer haja vocês, quer não.

"¿Con quién habláis?" —  Com quem falam?

"¿De dónde sois?" —  De onde são?

"¿Estáis en casa o en la calle?" —  Estão em casa ou na rua?

"Coméis muchas galletas" —  Comem muitas bolachas

"¿No abrís la ventana?" —  Não abrem a janela?


Reparem cá em baixo...