Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

A saltar da ponte D. Luís para o rio Douro



Desporto de risco? Se vocês fossem mais velhos, saltavam? Se não apreciam a altura de onde estes jovens vão saltar para as águas do rio Douro, reparem na fotografia. A altura desde o tabuleiro inferior da ponte até a água é de 25 m




A Ponte Luís I ou Luiz I, popularmente também chamada Ponte D. Luís, é uma ponte em estrutura metálica com dois tabuleiros, construída entre os anos 1881 e 1888, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia (margem norte e sul, respectivamente) separadas pelo rio Douro, em Portugal.

Esta construção veio substituir a antiga ponte pênsil que existia no mesmo local e foi realizada mediante o projecto do engenheiro belga Théophile Seyrig, que já tinha colaborado anteriormente com Gustave Eiffel na construção da ponte Maria Pia, ferroviária.

A ponte foi inaugurada em 1886 (tabuleiro superior) e 1888 (tabuleiro inferior e entrada em total funcionamento)

(Wikipédia)



segunda-feira, 16 de março de 2015

O Minho é um rio!!!

Estuário do Rio Minho, na fronteira entre Portugal e Espanha

 Voltamos a publicar esta mensagem, dedicada para os "amigos de O minho pai" e por aí fora...



Pois é, o Minho é um rio, não é um possessivo. Julgava que toda a gente sabia, mas... ainda há alunos que se esquecem disto e dizem "Os minhos amigos", "O minho pai.". O possessivo feminino da primeira pessoa, esse sim, é minha, mas o masculino é meu, meu, meu.

Vamos esquecer esse "minho", e pôr aí bem fixado dentro da cabeça o seguinte:

O meu pai chama-se...

Os meus amigos estão em Lisboa



Foz do Rio Minho: Espanhá cá, Portugal lá, e no meio, o Minho
(Fotografia de Moacir de Sá Pereira)


Rios portugueses



terça-feira, 8 de abril de 2014

O Amazonas: encontro do Rio Negro e do Solimões em Manaus


O que acham? O que estão a ver não é um rio poluído. É o encontro de dois enormes rios brasileiros. Leiam:

O rio Solimões é um rio brasileiro que banha o estado do Amazonas. Começa no Peru e ao entrar no Brasil, no município de Tabatinga, recebe o nome de Solimões. Tem como afluentes da margem direita o Rio Javari, Jutaí, Juruá e Purus na margem esquerda os rios Içá e Japurá e percorre as cidades de São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antônio do Içá, Tonantins, Jutaí, Fonte Boa, Tefé, Coari, Codajás, Anamã, Anori, Manacapuru, totalizando aproximadamente 1.700 km até chegar a Manaus, onde ao encontrar o Rio Negro, recebe o nome de Rio Amazonas. Ele é importante para o Norte porque é fonte de alimento, transporte, comércio, pesquisas ciêntíficas e lazer. (Wikipédia)


No blogue dos vossos colegas mais velhos podem ver mais fotografias e ler mais: "O Rio Negro, o Solimões e o Amazonas". Acho que vale a pena vocês clicarem no link.

Neste outro link do jornal Público podem ver um vídeo que vale a pena: "Um rio com duas cores". A pessoa fala numa mistura de português e espanhol. Devia ser uma reportagem para uma televisão de um país de língua espanhola.





A Amazônia Legal é uma área que engloba nove estados brasileiros pertencentes à Bacia amazônica e a área de ocorrência das vegetações amazônicas. (...)

A atual área de abrangência da Amazônia Legal corresponde à totalidade dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e parte dos estados do Mato Grosso e Maranhão (a oeste do meridiano de 44º de longitude oeste), perfazendo uma superfície de aproximadamente 5.217.423 km² correspondente a cerca de 61% do território brasileiro. Sua população, entretanto, corresponde a 12,32% do total de habitantes do Brasil (uns 24 milhões de pessoas).






segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Aqui o Douro é Duero


Esta é Zamora, última cidade espanhola atravessada pelo rio Duero antes de passar para a provincia de Salamanca e depois, do outro lado da fronteira, receber o nome de Douro. O Professor andava no passado mês de abril por estas terras do velho Reino de Leão e tirou a fotografia.








segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Os rios ibéricos (2): o Douro

Percurso do rio Douro


Bacia hidrográfica do rio Douro


O Douro navegável


Miranda do Douro: Portugal à esquerda, Espanha à direita
(Fotografia de Tobias)

O rio Douro junto ao Porto.


Rio Douro entre Porto (à direita) e Gaia (à esquerda)


Os três grandes rios ibéricos, internacionais, que nascem na Espanha e desembocam em Portugal são, de Norte para Sul, o Douro, o Tejo e o Guadiana, mas nós começámos pelo Sul, pelo Guadiana. Agora é a vez do rio Douro, vamos para o norte de Portugal.

Lembram-se da mensagem anterior com três perguntas?

O rio Douro (Duero, em castelhano) é um rio que nasce em Espanha na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión), a 2.080 metros de altitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é junto às cidades do Porto e Vila Nova de Gaia. Tem 927 km de comprimento. Este é o segundo rio mais extenso da Península Ibérica.

Há duas versões para a origem do seu nome. Uma delas diz que, nas encostas escarpadas, um rio banhava margens secas e inóspitas. Nele rolavam, noutros tempos, brilhantes pedrinhas que se descobriu serem de ouro. Daí o nome dado a este rio: Douro (de + ouro). Já outra versão diz que o nome do rio deriva do latim durius, ou seja, 'duro', atestando bem a dureza dos seus contornos tortuosos, e das paisagens que atravessa, nomeadamente as altas escarpas das Arribas do Douro, no trecho Internacional do rio, entre Miranda do Douro e Barca d'Alva (Figueira de Castelo Rodrigo).

A UNESCO designou em 14 de Dezembro de 2001 a região vinhateira do Alto Douro (na lista dos locais que são Património da Humanidade, na categoria de paisagem cultural.

A bacia hidrográfica do Douro tem uma superfície de aproximadamente 18.643 km² em território português o que corresponde a cerca de 19,1% da sua área total que é de 97.603 km².

Aproveitando o elevado desnível, sobretudo na zona do Douro Internacional, onde o desnível médio é de 3m/km, a partir de 1961, foi levado a cabo o aproveitamento hidroeléctrico do Douro. Com a construção das barragens, criaram-se grandes albufeiras de águas tranquilas, que vieram incentivar a navegação turística e recreativa, assim como a pesca desportiva. Excluindo-se os períodos de grandes cheias, pode dizer-se que o rio ficou domado definitivamente.

No troço nacional do Douro, a instalação de eclusas em paralelo com as barragens hidroeléctricas permitiu a criação de um canal de navegação fluvio-marítima.



terça-feira, 29 de novembro de 2011

Lisboa e Rio Tejo em vista de pássaro



Lisboa, capital de Portugal, em vista de pássaro; pelo menos, uma parte dela, a que fica mais próxima do rio Tejo, onde nasceu a cidade. O rio Tejo nasce a 1.593 m de altitude, no local conhecido como Fuente de García, no município espanhol de Frías de Albarracín, na província de Teruel e desemboca, ou desagua, em Lisboa.

Como é bonita Lisboa! Já lá estiveram alguma vez?




terça-feira, 11 de outubro de 2011

Os rios ibéricos (1): o Guadiana

O Guadiana em terras extremenhas (Cheles)


O Guadiana em terras portuguesas (Juromenha)


Os rios Douro, Tejo e Guadiana, rios ibéricos, são denominados também internacionais porque pertencem a dois países. Nascem em Espanha mas desembocam em Portugal. Fica tudo, pois, na Península Ibérica.

Dois deles entram em terras portuguesas pela nossa Comunidade. O Tajo passa a ser Tejo na vila de Cedillo (Cáceres) e o Guadiana continua a ser Guadiana depois de entrar em Portugal na antiga vila portuguesa de Olivença, hoje na província de Badajoz.


Vamos começar pelo rio que nos fica mais perto, o Guadiana.

O Guadiana nasce a uma altitude de cerca de 1700 m, nas lagoas de Ruidera, na província espanhola de Ciudad Real, renasce nos Ojos del Guadiana e desagua no oceano Atlântico, entre a cidade portuguesa de Vila Real de Santo António e a espanhola de Ayamonte. Incluindo o trajeto submerso, o Guadiana percorre uma distância total de 818 km, 578 deles em território espanhol, 140 km em território português e 100 km correspondem a zona fronteiriça.

Os romanos chamavam-lhe Anas, ao que os mouros juntaram uádi (a palavra árabe para "rio") sendo então o Uádi Ana, passando ao português como Ouadiana e, mais tarde ainda para Odiana, forma vernácula que perdurou até ao século XVIII. Desde o XVI porém, que, por influência castelhana, foi ganhando terreno a forma Guadiana (cognata de outros nomes árabes designando rios e que passaram ao castelhano com a forma inicial guad, como Guadalquivir, Guadalete, Guadalajara ou Guadarrama), hoje comummente utilizada pelas populações de ambos os lados da fronteira.

O Guadiana é navegável até Mértola numa distância de 68 km.

No seu curso português foi construída a Barragem do Alqueva, na região do Alentejo, que criou o maior lago artificial da Europa. A cauda da barragem entra bem em terras extremenhas. Sabiam que em Cheles podemos subir a um barco e fazer um passeio pelo Guadiana?


Podem dar uma vista de olhos nesta ligação.


(Adaptado da Wikipedia em português e em espanhol)


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Castelo de Juromenha e Rio Guadiana

Fotografia de Emílio Moitas


A Fortaleza de Juromenha localiza-se no Concelho de Alandroal, que fica no Distrito de Évora. Naturalmente, o rio que aqui vemos é o Guadiana.

Esta fortaleza fica perto de Badajoz.