Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa
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terça-feira, 11 de novembro de 2014

As Docas de Castelo Branco


Estas duas fotografias foram tiradas por mim quando estivemos no passado dia 15 de outubro na cidade de Castelo Branco com 29 alunos do 3º ano para nos encontrarmos com os nossos amigos da EBI João Ruiz.

Recentemente chegou à nossa escola um aluno de Castelo Branco, que está na turma do 1º B da ESO. De certeza que o Leonardo terá brincado e corrido nesta praça. Esta mensagem vai dedicada para ele. Havemos de lhe pedir para ele nos contar alguma coisa da sua terra na sala de aula.

Bem-vindo a Badajoz, Leonardo!


Cá em baixo podem ver o Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco. Podem clicar neste link do blogue dos vossos colegas mais velhos, há um um vídeo na mensagem.






quarta-feira, 3 de abril de 2013

Cantiga partindo-se (João Roiz de Castel-Branco)



Já foi publicado aqui o texto dos mais conhecidos versos do poeta do século XV João Roiz de Castel-Branco, autor que dá nome à Escola com que fazemos o nosso segundo intercâmbio escolar.

Hoje, 3 de abril é o nosso segundo dia  em Castelo Branco.


O cantor alentejano Vitorino escreveu música para esses versos e cantou-os.

Senhora partem tão tristes
Meus olhos por vós, meu bem
Que nunca tão tristes vistes
Outros nenhuns por ninguém

Tão triste, tão saudosos,
Tão doentes da partida,
Tão cansados, tão chorosos,
Da morte mais desejosos
Cem mil vezes que da vida.

Partem tão tristes os tristes,
Tão fora de esperar bem,
Que nunca tão tristes vistes
Outros nenhuns por ninguém.


 Os versos do poeta na parede da Biblioteca da EBI João Roiz


terça-feira, 8 de maio de 2012

Três fotografias da visita a Castelo Branco


Uma das mesas do atélier do Museu Cargaleiro em que alunos portugueses e espanhóis pintaram um azulejo que receberiam, já seco, como lembrança no dia seguinte.



Alunos portugueses e espanhóis à frente da antiga Biblioteca Municipal. Agora existe no centro da cidade uma moderna Biblioteca. Cliquem na imagem para a verem maior!



Pelas ruas de Castelo Branco na tarde da quinta-feira, 19 de abril.


(Fotografias da professora Susana Moleiro)


terça-feira, 1 de maio de 2012

Resumo da nossa visita a Castelo Branco (16 a 20 de abril)

 Um dos pavilhões da EBI João Roiz de Castelo Branco


Segunda-feira - dia 16 

Castelo Branco fica a 170 km de Badajoz. Chegámos por volta das 11:30, bom, das 10:30 (hora portuguesa). Antes de entrarmos na Escola João Roiz fomos até à nova Biblioteca Municipal (vale a pena dar uma olhadela ao link, e não podemos deixar de lamentar que a nova biblioteca de Badajoz permaneça por inaugurar...).

Durante uns momentos, os alunos voltaram à infância: uma contadora de histórias leu-lhes um breve conto e ofereceu a todos um marcador de livros. No fim da visita tivemos um lanche. Perante a  ausência do Presidente da Câmara, uma vereadora ("una concejal") e o Diretor da escola deram-nos as boas-vindas à cidade, no Auditório da Biblioteca. Foi já na escola que os nossos alunos se encontraram mais tarde com os seus parceiros.




Depois do almoço visitamos o Centro de Interpretação Ambiental. No CIA funcionam os serviços do Parque Natural do Tejo Internacional (PNTI) e está patente uma exposição temática constituída por 14 equipamentos de exploração interativa, nos quais se aborda o património natural do Tejo Internacional.




De manhã, os alunos espanhóis assistiram às aulas com os parceiros. À tarde fizemos uma excursão a Monsanto, uma aldeia histórica de Portugal construída num morro granítico a oitocentos metros de altitude, um belo conjunto arquitetónico no qual se destacam algumas casas senhoriais brasonadas e templos, como as ruínas da Capela de São Miguel em estilo românico. Subimos e subimos, até chegar ao castelo, no cimo da aldeia, de onde pudemos admirar deslumbrantes vistas. 






Quarta-feira - dia 18

De manhã, os alunos assistiram a algumas aulas e depois foram espetadores de uma peça de teatro de um autor português, Gil Vicente (c.1465-c.1536), que também pertence à literatura castelhana por ter escrito teatro e poesia na nossa língua. A peça, intitulada Pranto de Maria Parda trata as dificuldades com que esta personagem, uma velha mulata, se depara na vida. Apesar do tempo decorrido desde a altura em que a peça foi escrita, não podemos deixar de pensar nos dias de hoje. O desempenho da atriz, Mª da Luz Lopes, neste difícil monólogo, foi notável. Se calhar, os alunos perderam parte do conteúdo pela língua, mas acho que foi uma boa experiência para todos eles. Assistir a uma peça de teatro tem sempre qualquer coisa de magia.



À tarde, os alunos assistiram aos diferentes clubes da Escola e tiveram uma aula de dança com a professora Ivone. Todos aqueles que quiseram, dançaram à mistura com alunos portugueses, e divertiram-se imenso. Não foi assim?





Num canto do recinto havia 10 ou 12 mesas de ténis de mesa rebatíveis, com rodas, e num ápice oito delas foram retiradas para os alunos jogarem. Aqui vemos como é que começaram a colocar as mesas.






Às 21 horas começou um Serão cultural: canções em inglês e em francês, poemas declamados em inglês, português e espanhol. A maioria dos protagonistas foram alunos da EBI João Roiz, mas também professores  e os professores Luz e Pedro, que declamaram autores espanhóis. Entre a assistência, alunos, pais e irmãos. Todos desfrutámos desse bom serão. Houve também oportunidade para tomar um chazinho e uns doces excelentes: uns bolos chamados borrachões e umas broas de mel.




Quinta-feira - dia 19

Depois de assistirem a algumas aulas, os alunos portugueses e espanhóis visitaram o Museu Cargaleiro, dedicado ao pintor e ceramista português Manuel Cargaleiro, que nasceu no concelho de Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco. Por serem muitos, os alunos foram divididos em dois grupos para a visita guiada aos dois edifícios do museu.

Painel de azulejos no metro de Paris Champs Elysées-Clemenceau - Obra de Manuel Cargaleiro





À tarde, seguimos com as atividades programadas pelos nossos amigos portugueses: um bom passeio pela zona histórica da cidade. Uma boa caminhada, sim senhor, a subir ruas até ao castelo e depois a descer até acabar no belo Jardim do Paço (vale a pena ver as numerosas fotografias deste link da Wikipédia Commons).

Tantas estátuas, de reis portugueses, dos meses e estações do ano, das virtudes... e de três reis espanhóis que foram também reis de Portugal: Felipe II, III e IV (conhecidos em Portugal como os Filipes: Filipe I, Filipe II e Filipe III respetivamente, por não ter havido antes deles nenhum monarca português chamado Filipe). Uma nota engraçada: as estátuas destes “reis castelhanos” são mais pequeninas do que as outras.


O nosso Felipe II (1527-1598), D. Filipe I, o Prudente, para os portugueses,
ao pé de D. João II, o Príncipe Perfeito (1455-1495)


Sexta-feira - dia 20

Último dia. Últimas aulas e o regresso a Badajoz pouco depois do almoço. Ai, a despedida dos alunos, alguns deles tão tristes por se separarem!




Em grandes traços, estes foram os nossos cinco dias em Castelo Branco. O que dizer do convívio entre os nossos alunos e os seus parceiros portugueses? Isso devem ser eles a contar. Do ponto de vista dos professores que acompanharam os alunos, a experiência foi muito positiva, quer para uns quer para outros.

Os Professores Luz e Pedro querem agradecer o trabalho e a atenção das Professoras de espanhol, as Dras. Helena Almeida e Susana Moleiro, assim como do Diretor, o Dr. Carlos Almeida. Também não quero esquecer-me da Dra. Sandra Mesquita,  e de todos aqueles que contribuiram com o seu trabalho para o sucesso deste intercâmbio escolar, feito graças ao Proyecto REALCE (que pena não termos podido dispor de mais fundos, não é verdade?)





Até à vista no dia 14 de maio em Badajoz!



(Serão publicadas mais fotografias dos alunos em Castelo Branco)



sexta-feira, 30 de março de 2012

Quem era João Roiz de Castelo Branco?

 

A Escola de Castelo Branco com a qual vamos fazer um intercâmbio tem o nome de João Roiz de Castelo Branco. Quem foi João Ruiz? Leiam, leiam

João Ruiz de Castelo Branco foi um poeta português palaciano (século XV). Conservam-se algumas composições suas no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende. Fez parte da corte do rei D. Afonso V (1432-1481), tendo ocupado o cargo de contador, na Guarda. Celebrizou-se pela cantiga «Partindo-se» ou «Senhora, partem tão tristes», de carácter amoroso.

(Resumo de dados de www.astormentas.com)

Este é o texto. Não encontro a versão de que mais gosto na internet, a do cantor alentejano Vitorino. Eu levo o meu disco para a sala de aula e escutamos a canção. Aliás, foi ele também que escreveu a música para os versos de João Ruiz de Castelo Branco.


Senhora, partem tão tristes
meus olhos por vós, meu bem,
que nunca tão tristes vistes
outros nenhuns por ninguém.

Tão tristes, tão saudosos,
tão doentes da partida,
tão cansados, tão chorosos,
da morte mais desejosos
cem mil vezes que da vida.
Partem tão tristes os tristes,
tão fora d' esperar bem,
que nunca tão tristes vistes
outros nenhuns por ninguém.


sexta-feira, 23 de março de 2012

Castelo Branco na relva



O nome da população de Castelo Branco escrito na relva ao pé do brasão no centro da cidade.

Já falta pouco tempo para os nossos alunos que participam no intercâmbio com a EBI "João Roiz de Castelo Branco" passarem por aqui! No dia 16 de abril partimos de Badajoz.

Eles pertencem às turmas de 2º D, 2º C e 3º D.



sexta-feira, 9 de março de 2012

O que tem a ver Castelo Branco com a China?

EBI João Roiz

A EBI João Roiz, com a qual a nossa Escola vai fazer um intercâmbio no mês de Abril, encontra-se na Av. Cidade de Zhuhai de Castelo Branco. Esta cidade portuguesa é geminada da cidade chinesa de Zhuhai (em espanhol diríamos que están hermanadas, sabem o que é isso?).






Por enquanto, vamos ver o que nos diz a Wikipédia sobre Zhuhai:


Zhuhai (chinês: 珠海; pinyin: Zhūhǎi; lit. "Mar de Pérola") é uma cidade chinesa com cerca de 1.332.000 habitantes (dados de 2004), localizada na província de Guangdong, no Sul da China e faz fronteira com a Região Administrativa Especial de Macau a Sul.

Zhuhai tornou-se uma cidade autónoma em 1979 e no ano seguinte tornou-se uma Zona Económica Especial.

A cidade é servida pelo Aeroporto Internacional de Zhuhai localizado no distrito municipal de Doumen. Em 1999, um mês antes da transição da soberania sobre Macau de Portugal para a China, foi inaugurada a Ponte Flor de Lótus para permitir escoar o trânsito entre Zhuhai e Macau.

Em Zhuhai localiza-se o autódromo Zhuhai International Circuit. O circuito atualmente recebe a etapa chinesa da A1 Grand Prix.

Zhuhai é geminada da cidade portuguesa de Castelo Branco e da cidade brasileira de Vitória.


E toda a gente sabe que Macau foi colónia portuguesa desde o século XVI até ao dia 19 de Dezembro de 1999.


sexta-feira, 2 de março de 2012

Castelo Branco tem rio?

O rio Zêzere entre Santarém e Castelo Branco

A cidade de Castelo Branco não é atravessada por nenhum rio, como a nossa cidade e o Guadiana, mas há vários rios no distrito.

Com o distrito totalmente integrado na bacia hidrográfica do rio Tejo, os principais rios são, além do próprio Tejo, afluentes deste rio ou afluentes dos afluentes. O destaque vai, naturalmente, para o Zêzere e para os seus afluentes, em especial o rio Paul, o rio Meimoa e a ribeira da Sertã. Outros rios relevantes são o rio da Ocreza, o rio Ponsul e o rio Erges, que serve de fronteira com Espanha ao longo de mais de 40 km. Todos estes rios fluem mais ou menos na mesma direcção, de nordeste para sudoeste, com excepção do Erges, cujo curso é predominantemente de norte para sul.

O rio Zêzere é um rio inteiramente português. Nasce na Serra da Estrela, a cerca de 1900 m de altitude, junto ao Cântaro Magro, onde define um vale glaciar. Seguindo para sudoeste, conflui com o rio Tejo a oeste de Constância, após um curso de cerca de 200 quilómetros.

O rio Zêzere é o segundo maior rio exclusivamente português, após o rio Mondego.

Zêzere. Um estranho nome cuja origem mais plausível estará na designação de uma modesta árvore de pequenas flores brancas e frutos negros que abundava nas suas margens, o azereiro, também conhecido por zenzereiro (EB1 de Janeiro de Cima).


(Fonte: Wikipédia)


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Quem foi João Rodrigues?

Estátua de João Rodrigues, Amato Lusitano, no centro de Castelo Branco, no jardim baptizado com o seu nome. Algumas das plantas referidas nas sua terapêuticas foram plantadas nesse jardim.


Vejam a vida que levou esta grande figura da medicina nascida em Castelo Branco...

João Rodrigues (Castelo Branco, 1511-1568) vulgarmente conhecido como Amato Lusitano foi um notável médico português de religião judaica que viveu no Século XVI.

Amato Lusitano nasceu em Castelo Branco, Portugal, em 1511, de pais judeus. Estudou Medicina na Universidade de Salamanca, tendo regressado a Portugal em 1529. Por ser judeu, foi impedido de regressar a Portugal devido às perseguições da Inquisição, o que o levou a viajar para Antuérpia (1534), onde publicou o seu primeiro livro Index Dioscoridis (1536). É aí que adopta o nome de Amato Lusitano, com o qual passa a assinar as suas obras.

Viajou por toda a Europa até se estabelecer na cidade de Ferrara (1541) em Itália, onde foi Professor de Anatomia na Universidade e assistente do então famoso Cananus. Aí inicia a escrita da primeira Centúria que dedica a Cosme de Médici.

A instabilidade política e religiosa que então se vivia em Itália levou-o a Roma, onde foi médico do Papa Júlio III, Ancona (1547), Pesaro (1555), mas a intensificação da perseguição anti-semita — com a nomeação do Papa Paulo IV — forçaram-no a abandonar a Itália e buscar refúgio no Império Otomano. Primeiro em Ragusa, actual Dubrovnik, que na altura era uma República Independente e, depois, em Tessalónica, hoje Salónica, Grécia, cidade com grande população judaica; então parte do Império Otomano, onde escreveu a sua sétima e última Centúria, local onde pereceu, em 1569, com 57 anos, vitimado pela peste que tentou combater.

Amato Lusitano foi um poliglota. Dominava o latim, o grego, o hebraico, o árabe, o português, o castelhano, o francês, o italiano, o alemão e, presume-se, o inglês. Max Solomon, um seu biógrafo, considerou-o como «o Homem que representa a Medicina do século XVI, como erudito, anatomista e clínico». Era conhecido e respeitado, privando de perto com importantes personalidades do mundo ocidental.





sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A Câmara Municipal de Castelo Branco


Acho que toda a gente sabe o que é em português a Câmara Municipal (dito com palavras "é o orgão executivo colegial de cada um dos municípios de Portugal."). Lá dentro estão o Presidente e os Vereadores, que são os nossos... digam-me lá como é que se cham em espanhol!

Vejam como é bonita a Câmara de Castelo Branco!

Vou deixar um bocado de tempo para vocês explorarem a sua  página web, e depois contam-me.


Um bocado de história das câmaras municipais:

As administrações locais eleitas são anteriores à própria fundação do Reino de Portugal. Na Idade Média, os homens-bons de uma cidade, vila ou concelho elegiam um conjunto de oficiais, encarregues de administrar a localidade. Como, geralmente, esses oficiais se reuniam numa câmara, por extensão, passou a chamar-se "câmara" ao próprio orgão de administração local, ali reunido. A partir do Renascimento, as câmaras de algumas cidades mais importantes passaram a ser conhecidas como "senado" ou "senado da câmara".


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Origens de Castelo Branco


O castelo de Castelo Branco, também conhecido localmente como Castelo dos Templários, localiza-se na cidade, freguesia, concelho e distrito do mesmo nome, em Portugal.
Integrava, na Idade Média, a chamada Linha da Raia ou Linha do Tejo. Severamente danificado ao longo dos séculos, o Castelo Branco dos Templários portugueses permanece como o mais importante registro histórico-militar da cidade.


Castelo Branco deve o seu nome à existência de um castro luso-romano, Castra Leuca, no cimo da Colina da Cardosa, em cuja encosta se desenrolou o povoamento da área.

Da história antes de 1182 pouco se sabe. Existe, porém, um documento, desta data, de doação aos Templários de uma herdade Vila Franca da Cardosa, emitido por Fernandes Sanches, um nobre. Em 1213 recebeu foral de Pedro Alvito, cedido pelos Templários, em que aparece a denominação Castel-Branco. O Papa Inocêncio III viria, em 1215, confirmar esta posse, dando-lhe o nome de Castelobranco.

Por volta desta altura ter-se-iam mandado edificar, pelos Templários, as muralhas e o castelo, entre 1214 e 1230. No interior desta delimitação encontra-se a Igreja de Santa Maria do Castelo, antiga sede da freguesia. Aqui se reuniam a Assembleia dos Homens-Bons e as autoridades monástico-militares, até ao século XIV.


(Fontes: Wikipédia + G Sat / Castelo Branco)


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Onde fica Castelo Branco?



Um grupo de alunos de 2º e de 3º da ESO da nossa Escola, o IES M. Domingo Cáceres de Badajoz,  vai fazer um intercâmbio escolar no mês de Abril com a EBI João Roiz de Castelo Branco. Vamos começar por saber onde é que fica esta cidade portuguesa. Muito perto da Extremadura, como podem ver.

Castelo Branco é a capital do Distrito de Castelo Branco, situada na região Centro (Beira Baixa) e subregião da Beira Interior Sul, com cerca de 30 649 habitantes.

É sede de um dos maiores municípios portugueses, com 1 438,16 km² de área e 53 909 habitantes (dados de 2008), subdividido em 25 freguesias. O município é limitado a norte pelo município do Fundão, a leste por Idanha-a-Nova, a sul pela Espanha, a sudoeste por Vila Velha de Ródão e a oeste por Proença-a-Nova e por Oleiros. Os habitantes de Castelo Brancos são chamados albicastrenses.


Mapa do Distrito de Castelo Branco



segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Intercâmbio escolar com Castelo Branco



Como já devem saber os pais dos nossos alunos de português do 2º e do 3º anos, a nossa escola, o IES "M. Domingo Cáceres", vai fazer um intercâmbio com a EBI João Roiz de Castelo Branco da cidade de Castelo Branco no segundo período deste ano letivo.

Número de alunos que vão formar o grupo: um máximo de 20.

Datas da nossa visita a Castelo Branco: dias 6  a 10 de fevereiro de 2012.

Datas da visita da EIB João Roiz a Badajoz: dias 5 a 9 de março.


Se os pais dos alunos envolvidos nesta atividade querem saber algo da EBI "João Roiz" é só clicar no link.

A nossa escola faz parte do projeto REALCE. O que é isto?


A Rede Educativa Alentejo-Centro-Extremadura é um projeto transfronteiriço desenvolvido com fundos F.E.D.E.R. no âmbito do Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriço Espanha-Portugal (P.O.C.T.E.P.).

Este projeto é dirigido a alunos e professores de Educação Secundária e do terceiro ciclo de Educação Primária, na Extremadura; e a alunos e professores de Espanhol, das escolas do terceiro ciclo do Ensino Básico, do Centro e Alentejo.

As ações educativas que serão realizadas são as seguintes:
  • Plataforma telemática
  • Comunidade de âmbito educativa
  • Laboratório Virtual de Línguas
  • Intercâmbios e encontros de alunos e professores
  • Formação de professores

Todas as ações contempladas no projeto R.E.A.L.C.E. decorrem ao longo dos anos letivos 2011/2012 e 2012/2013.