Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

segunda-feira, 31 de março de 2014

Olha a mãezinha do tigre!







Estão a ver? Acho que este tigrezinho ficou sem mãe por causa dos caçadores, e encontrou outra mãe nesta macaca, que toma conta dele com muito carinho, como podem ver.


There is something about a baby that gets a mothering response from people. And when a baby is in distress, a mom's instinct is to rush over and help the little one.

Meet Anjana, a chimp who lives at TIGERS (The Institute of Greatly Endangered Species)in South Carolina.



sexta-feira, 28 de março de 2014

Anta de Pavia - Capela de São Dinis


Os alunos do 2º ano da ESO que participam a visita ao Fluviário de Mora no próximo dia 2, poderão ver este curioso monumento.

Monumento funerário em granito e alvenaria, utilizado como capela. No altar-mor frontal podem ver-se azulejos setecentistas e barrocos. É uma das maiores da Península Ibérica.

A Anta de Pavia, transformada em Capela de São Dinis, é um monumento nacional português localizado na vila de Pavia, em Mora, no distrito de Évora. É uma das antas mais importantes de Portugal, tendo o seu recinto e câmara 4,30 metros de diâmetro, 3,30 metros de altura e um capelo com o volume de 3 X 2,60 metros.




A anta foi erguida entre o IV e o III milénio a.C., tendo sido transformada numa capela dedicada a São Dinis ou São Dionísio no século XVII.

Encontra-se classificada como monumento nacional pelo Instituto Português do Património Arquitectónico desde 1910.

(Fonte: Wikipédia)







Interior da capela




Mora

Igreja da Misericórdia de Mora

Na próxima quarta-feira, dia 2 de abril, um grupo de alunos do ano da ESO  vai visitar o Fluviário de Mora, que fica a uns 5 km desta vila alentejana. Como não temos tempo de conhecer Mora, fica esta mensagem aqui para que saibam um bocado dela.






Mora é uma vila portuguesa, no Distrito de Évora, região Alentejo e sub-região do Alto Alentejo, com cerca de 2 500 habitantes.

É sede de um município com 443,46 km² de área e 4978 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Ponte de Sor, a nordeste por Avis, a leste por Sousel, a sueste por Arraiolos e a oeste por Coruche.

O concelho recebeu foral de D. Manuel I em 1519.


Património

O concelho de Mora possui o seguinte património classificado 13:20pelo IPPAR:

  • Torre das Águias
  • Anta de Pavia, transformada em capela de São Dinis
  • Igreja Matriz de Pavia ou Igreja Matriz de São Paulo
  • Cromeleque do Monte das Fontaínhas Velhas ou Cromeleque 1 das Fontainhas
  • Edificações junto à Igreja Matriz de Brotas ou Santuário da Senhora das Brotas
  • Santuário de Nossa Senhora das Brotas ou Igreja Matriz de Brotas
  • Pelourinho de Cabeção

(Fonte: Wikipédia)


Não vamos ver esta torre nesse dia, mas deste modo fazem uma ideia de como ela é.




A Torre das Águias localiza-se na povoação de Águias, freguesia de Brotas, concelho de Mora, distrito de Évora, em Portugal.

É um dos exemplares mais significativos de torres manuelinas na região (Torre do Esporão, Solar da Camoeira), Castelo de Torre de Coelheiros e Quinta da Torre do Carvalhal), embora careça de urgente intervenção de consolidação e restauro por parte do poder público.





Visita ao Fluviário de Mora



Esta mensagem é para terem uma ideia de como é que é o Fluviário de Mora que vamos visitar no próximo dia 2 de abril. E também para saber a origem dessa palavra e o significado dela.

O Dicionário Priberam diz-nos:

fluviário
(latim fluvius, -ii, rio + -ário)

Conjunto de instalações e espaços envolventes onde se preservam e estudam plantas e animais que vivem em rios.


Esta é a página do Fluviário de Mora.







 As lontras do Fluviário




quinta-feira, 27 de março de 2014

Um diálogo de Clarice Lispector

Clarice Lispector


Clarice Lispector (1920-1977) nasceu na Ucránia, mas é uma escritora brasileira. Percebem? Quando tinha dois meses de idade, os pais dele emigraram para o Brasil e foi nesse país que cresceu e se tornou numa das maiores escritoras da língua portuguesa.

Quando lhe perguntavam pela sua nacionalidade, Clarice afirmava não ter nenhuma ligação com a Ucrânia - "Naquela terra eu literalmente nunca pisei: fui carregada de colo" - e que sua verdadeira pátria era o Brasil.

Escreveu o seu primeiro romance com apenas 19 anos: Perto do coração selvagem, e dele tiramos este diálogo entre uma menina e o pai. Reparem que os brasileiros usam você em vez de tu.


— Papai, inventei uma poesia.
— Como é o nome?
— Eu e o sol. — Sem esperar muito recitou:
— "As galinhas que estão no quintal já comeram duas minhocas mas eu não vi".
— Sim? Que é que você e o sol têm a ver com a poesia?

Ela olhou-o um segundo. Ele não compreendera...

— O sol está em cima das minhocas, papai, e eu fiz a poesia e não vi as minhocas... — Pausa.
— Posso inventar outra agora mesmo: "Ó sol, vem brincar comigo". Outra maior:
—"Vi uma nuvem pequena coitada da minhoca acho que ela não viu".
— Lindas, pequena, lindas. Como é que se faz uma poesia tão bonita?
— Não é difícil, é só ir dizendo.



quarta-feira, 26 de março de 2014

Armandinho (Alexandre Beck)




enxergar = Divisar; perceber; entrever.




Guten Morgen!




Para os alunos do 1º ano. Este ursinho não sabe português e, portanto, não nos cumprimenta a dizer Bom dia, mas ele é muito educado e diz na sua língua: Guten Morgen!

Nós devemos corresponder à sua gentileza, e assim diremos: Guten Morgen.


Como podem ver, o ursinho é feito de pão de forma, tomate e pimento.



terça-feira, 25 de março de 2014

Como são traquinas estes ursinhos pandas!



Como sabem, estes ursinhos são chineses.


E o que significa traquina ou traquinas?

Dicionário Priberam:

traquinas
adjectivo de dois géneros

1. Inquieto, travesso, turbulento.

substantivo de dois géneros
2. Criança ou pessoa turbulenta.


Sinónimo Geral: TRAQUINA



segunda-feira, 24 de março de 2014

Cuidado com o verbo COMEÇAR



Pois é, nem "empezar", nem "empeçar", nem "començar"... O verbo português é como estão a ver cá em cima.

começar

Um verbo muito usado, e é regular, claro. Não há problema nenhum para o conjugar no presente:

Eu começo
Tu começas
Ela começa
Nós começamos
Vocês começam
Eles começam




sexta-feira, 21 de março de 2014

Dia Mundial da Poesia



O escritor português Branquinho da Fonseca escreveu o seguinte poema. Para o compreenderem melhor é preciso conhecer a historia dessa nau Catrineta que aparece no primeiro verso. Em baixo há o texto de um romance popular que fala dela. Depois de o ler, vamos clicar no link e ouvimos uma canção: "A nau Catrineta"


É assim que festejamos mais um Dia Mundial da Poesia, hoje dia 21 de março.


ARQUIPÉLAGO DAS SEREIAS

Ó nau Catrineta
Em que andei no mar
Por caminhos de ir,
Nunca de voltar!

Veio a tempestade
Perder-se do mundo,
Fez-se o céu infindo,
Fez-se o mar sem fundo!

Ai como era grande
O mundo e a vida
Se a nau, tendo estrela,
Vogava perdida!

E que lindas eram
Lá em Portugal
Aquelas meninas
No seu laranjal!

E o cavalo branco
Também lá o via
Que tão belo e alado
Nenhum outro havia!

Mundo que não era,
Terras nunca vistas!
Tive eu de perder-me
Pra que tu existas.

Ó nau Catrineta
Perdida no mar,
Não te percas ainda,
Vem-me cá buscar!

Branquinho da Fonseca


Texto do romance A nau Catrineta:


A NAU CATRINETA

Lá vem a Nau Catrineta
que tem muito que contar!
ouvide agora, senhores,
uma história de pasmar.

Passava mais de ano e dia
que iam na volta do mar
já não tinham que comer,
já não tinham que manjar.

Deitaram sola de molho
para o outro dia jantar;
mas a sola era tão rija,
que a não puderam tragar.

Deitam sortes à ventura
qual se havia de matar;
logo foi cair a sorte
no capitão-general.

– "Sobe, sobe, marujinho,
àquele mastro real,
vê se vês terras de Espanha,
as praias de Portugal!"

–"não vejo terras de Espanha,
nem praias de Portugal;
vejo sete espadas nuas
que estão para te matar."

–"acima, acima, gajeiro,
acima ao tope real!
olha se enxergas Espanha,
areias de Portugal!"

–"Alvíssaras Capitão,
meu capitão-general!
já vejo terras de Espanha,
areias de Portugal.

Mas enxergo três meninas
debaixo de um laranjal:
uma sentada a coser,
outra na roca a fiar,
a mais formosa de todas
está no meio a chorar."

–"Todas três são minhas filhas.
Oh! quem mas dera abraçar
a mais formosa de todas
contigo a hei-de casar."
–"A vossa filha não quero,
que vos custou a criar."
– "Dar-te-ei tanto dinheiro
que o não possas contar."
 – "Não quero o vosso dinheiro
pois vos custou a ganhar."
–"Dou-te o meu cavalo branco
que nunca houve outro igual."
– "Guardai o vosso cavalo,
que vos custou a ensinar."

– "Que queres tu meu gajeiro
que alvíssaras te hei-de eu dar?"
–"Eu quero a Nau Catrineta,
para nela navegar."

– "A Nau Catrineta amigo,
é d' el-rei de Portugal
pede-a tu a el-rei, gajeiro,
que ta não pode negar."