Blogue dos alunos de português de 1º e 2º da ESO do IES 'M. DOMINGO CÁCERES', em Badajoz, Espanha (2010-09-01 a 2020-01-17)
Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Pedala, pedala
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Bifes e filetes
Um bife de lombo de vitela
Uns filetes panados de pescada
Estão a ver, alunos do 2º ano? Os bifes são carne e os filetes são peixe. Não há filetes de vitela, ou de vaca...; bifes de pescada também não.
Mas a pescada, e outros peixes grandes, podemos comê-los também às postas. Vejam em baixo três postas de pescada.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Amigos no ar!
Esta fotografia intitula-se Amigos. É pena, mas não sabemos o nome do autor nem onde foi tirada.
Há uma palavra muito parecida com a espanhola, cuidado com o h e o som de lh: silhuetas.
sábado, 22 de setembro de 2012
Hoje começa o outono
As folhas das árvores não ficaram ainda das cores que vemos na fotografia, é claro, mas... Hoje, dia 22 de setembro, começa oficialmente o outono no nosso hemisfério.
A estação anterior era o verão. Faltam mais duas estações: o inverno e a primavera (cuidado, nunca "primaveira"!)
A estação anterior era o verão. Faltam mais duas estações: o inverno e a primavera (cuidado, nunca "primaveira"!)
As estações do ano numa página da Escola Secundária Francisco Fernando Lopes Recomendo uma visita. São textos breves e há também algumas sopas de letras.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Morro Dois Irmãos (Adriana Calcanhoto)
Na turma de que sou Diretor ("tutor), 1º D, há dois irmãos gémeos, o Carlos e o Pablo. Eu gosto muito de música brasileira e lembrei-me logo de uma canção intitulada Morro Dois Irmãos, composta por Chico Buarque, mas interpretada nesta versão pela cantora Adriana Calcanhoto.
Não sei se eles vão gostar, é uma canção pouco mexida, pouco agitada, mas... pronto, é dedicada para eles.
Um morro é "um monte pouco elevado". No Rio de Janeiro há um duplo chamado dessa maneira: Dois Irmãos. Podem ver melhos nas fotografias em baixo.
MORRO DOIS IRMÃOS
Dois Irmãos, quando vai alta a madrugada
E a teus pés vão-se encostar os intrumentos
Aprendi a respeitar tua prumada
E desconfiar do teu silêncio
Penso ouvir a pulsação atravessada
Do que foi e o que será noutra existência
É assim como se a rocha dilatada
Fosse uma concentração de tempos
É assim como se o ritmo do nada
Fosse, sim, todos os ritmos por dentro
Ou, então, como uma música parada
Sobre uma montanha em movimento
O morro Dois Irmão visto de Ipanema - Fotografia de Ma®celo
Fotografia de Rafael Alvez
O Padrão dos Descobrimentos
Águas do Rio Tejo e Ponte 25 de Abril ao fundo
O Infante D. Henrique
Vista do cimo do Padrão: a Rosa dos Ventos
Vista do cimo do Padrão. Pormenor da Rosa dos Ventos
Alunos da turma de 1º D, reconhecem este monumento que vimos ontem no livro? Saibam mais um pouco sobre ele.
O padrão dos Descobrimentos é um monumento histórico que homenageia os Descobrimentos Portugueses. Este monumento foi construído para dar a conhecer uma época importante da nossa História, época dos Descobrimentos, pois naquela altura havia alguns desconhecimentos sobre o tema.
O primeiro Padrão dos Descobrimentos foi construído em 1940 e chamava-se Pavilhão dos Descobrimentos. Mas, como tinha sido construído com materiais pouco resistentes foi desmontado em finais da década de cinquenta. A construção definitiva do Padrão dos Descobrimentos data de 1960, quando se celebrou o quinto centenário da morte do Infante D. Henrique. O Padrão dos Descobrimentos é formado por um auditório, sala de exposições, miradouro, zona de snack e lazer. Numa das salas de exposições podemos encontrar painéis e objectos alusivos aos Descobrimentos, e ainda, especiarias...
No exterior e em frente ao padrão podemos ver uma enorme Rosa dos Ventos onde naus e caravelas embutidas marcam as principais rotas dos Descobrimentos portugueses. No Padrão que faz lembrar uma caravela, podemos ver também nas partes laterais trinta e três esculturas que representa figuras importantes da nossa História como por exemplo: Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Luíz Vaz de Camões, Gil Eanes... Podemos visitar o Padrão dos Descobrimentos em Lisboa, junto ao rio Tejo..
Texto coletivo da Turma dos pintaínhos
O padrão dos Descobrimentos é um monumento histórico que homenageia os Descobrimentos Portugueses. Este monumento foi construído para dar a conhecer uma época importante da nossa História, época dos Descobrimentos, pois naquela altura havia alguns desconhecimentos sobre o tema.
O primeiro Padrão dos Descobrimentos foi construído em 1940 e chamava-se Pavilhão dos Descobrimentos. Mas, como tinha sido construído com materiais pouco resistentes foi desmontado em finais da década de cinquenta. A construção definitiva do Padrão dos Descobrimentos data de 1960, quando se celebrou o quinto centenário da morte do Infante D. Henrique. O Padrão dos Descobrimentos é formado por um auditório, sala de exposições, miradouro, zona de snack e lazer. Numa das salas de exposições podemos encontrar painéis e objectos alusivos aos Descobrimentos, e ainda, especiarias...
No exterior e em frente ao padrão podemos ver uma enorme Rosa dos Ventos onde naus e caravelas embutidas marcam as principais rotas dos Descobrimentos portugueses. No Padrão que faz lembrar uma caravela, podemos ver também nas partes laterais trinta e três esculturas que representa figuras importantes da nossa História como por exemplo: Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Luíz Vaz de Camões, Gil Eanes... Podemos visitar o Padrão dos Descobrimentos em Lisboa, junto ao rio Tejo..
Texto coletivo da Turma dos pintaínhos
Fotografias de Roberto (1), Matteo Dudek (2) e Dragom (3, 4 e 5)
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Um postal antigo
não me esqueça (do açúcar) escreveu alguém há muito tempo neste postal que foi enviado de Portugal para Angola, que naquela altura não era um país independente como hoje é, mas uma colónia de Portugal. Hoje Angola é um dos chamados Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (P.A.L.O.P.)
"Como um fruto que mostra..." (Sofia de Melo Breyner Andresen)
Uma romã aberta
Como um fruto que mostra
Aberto pelo meio
A frescura do centro
Assim é a manhã
Dentro da qual eu entro.
Sofia de Melo Breyner Andresen
A poeta e escritora Sofia de Melo Breyner Andresen nasceu no Porto, em 6 de Novembro de 1916, e faleceu em
Lisboa, em 2 de Julho de 2004. Pelo lado paterno, era de origem dinamarquesa.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Os sacrifícios de alguns...
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