Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Aquecimento global (Beto)


Aquecimento global é o título deste cartun de Beto. O náufrago vai ter companhia agora: um pinguim!


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Lisboa e Rio Tejo em vista de pássaro



Lisboa, capital de Portugal, em vista de pássaro; pelo menos, uma parte dela, a que fica mais próxima do rio Tejo, onde nasceu a cidade. O rio Tejo nasce a 1.593 m de altitude, no local conhecido como Fuente de García, no município espanhol de Frías de Albarracín, na província de Teruel e desemboca, ou desagua, em Lisboa.

Como é bonita Lisboa! Já lá estiveram alguma vez?




segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Susto (Ed Arruda)


Ed Arruda, que vive no Rio de Janeiro, é o autor destes quadradinhos (como dizem os portugueses) ou quadrinhos (como dizem os brasileiros).

Como podem ver, o menino apanha um bom susto e desenha uma casa, "mais grande"?, não, uma casa maior, é assim que se diz em português.



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Baião do Tomás (Luiz Tatit)


Uma canção muito engraçada do cantor brasileiro Luiz Tatiz e de Chico Saraiva, que se intitula Baião do Tomás. Reparem quantos nomes de parentesco: filho, filha, pai, mãe, avô, avó, primos, tios...


BAIÃO DO TOMÁS

Quando o filho do filho do pai
Nasceu tão bem
O avô que era pai do seu pai
Foi ver o neném
Ele viu que seu filho sorria
Isso já lhe agradou
Era o filho que o filho queria
E que agora chegou
Tinha um pouco do pai
E mais um pouco do avô

Quando a mãe desse filho do pai
Teve o neném
A avó que era mãe dessa mãe
Não passou bem
Ela via que a filha sofria
Isso lhe dava dó
Mas o filho da filha trazia
Uma alegria só
Tinha um pouco da mãe
E mais um pouco da avó

Muitos tios e tias
Já davam sinais
Que queriam ser os padrinhos
Só falavam desse sobrinho
Muitos outros filhos
Dos irmãos dos pais
Os maiores e os pequeninos
Não tiravam os olhos do primo
Que dormia em paz
Sonhava com os pais
Avós dos pais
E todos ancestrais

Era tanta gente
Não acabava mais
Uns pediam passinho à frente
Tio do tio também é parente
A cidade toda
Veio ver o Tomás
Que nascera, que maravilha
O menino, filho da filha
Que dormia em paz
Sonhava que juntou
Os tios os pais
Com todos os demais


O que é uma habitação?

Fotografía de La cautiva

Muito cuidado com esta palavra, meninos e meninas! Habitação, como eu disse no outro dia na sala de aula (1º ano), é o que na nossa língua é "vivienda". Fica bem claro neste stencil de uma rua de Lisboa, não fica? Todas as pessoas têm o direito de uma habitação para poder viver, mas na realidade...

A "habitación" espanhola é o quarto português, como já sabem, e assim podemos dizer, por exemplo: -Como é o teu quarto? -O meu quarto é grande.

 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Um postal de Cabo Verde


Selos de Cabo Verde


Menina da Ilha do Fogo (Fotografia de Wolfgang Schmidt)

Cabo Verde é um país de origem vulcánica que fica ao largo da costa de África Ocidental e é constituído por dez ilhas: Santo Antão, São Vicente, Santa Luzia (desabitada), São Nicolau, Sal, Boa Vista, Maio, São Tiago, Fogo e Brava.

Na etiqueta Postais de África podem ver mais meninos destas ilhas africanas.




Em Cabo Verde fala-se crioulo e a língua oficial é o português.

Voltaremos a falar deste país no blogue. Por enquanto, mantenha pa Kabu Verdi! ("cumprimentos para Cabo Verde" na língua crioula).




quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Voltaire e a poesia + Drummond

Um verso de Carlos Drummond de Andrade

"Um mérito inegável da poesia: Ela diz mais e em menor número de palavras que a prosa."

François Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire (1694-1778)


Ilustramos estas sábias palavras do filósofo francês com uns versos do poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade:


A PALAVRA MÁGICA

Certa palavra dorme na sombra
de um livro raro.
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo.
Vou procurá-la.

Vou procurá-la a vida inteira
no mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
não desanimo,
procuro sempre.

Procuro sempre, e minha procura
ficará sendo
minha palavra.



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Vamos inventar nomes!



Há países onde a escolha de nomes próprios obedece a regras. Mas há outros em que se pode escolher ao sabor da imaginação.

No Brasil, até se podem inventar nomes, utilizando, por exemplo, sílabas do nome do pai e sílabas do nome da mãe. Aqui estão alguns casos para te inspirares:

João + Emília = Jomília

Mário + Isabel = Mariel

António + Leonor = Norante

Emílio + Daniela = Danílio

Diogo + Joana = Jody

Agora, podem tentar vocês. Inventem um nome, ou dois,  a partir dos nomes dos vossos pais...


Este é um fácil e divertido TPC para a próxima semana, meninos e meninas do 1º ano (turmas A e D).É claro que os alunos das outras duas turmas podem deixar aqui os nomes que quiserem!




Uns meninos da Guiné-Bissau




A Guiné-Bissau é um pequeno país africano em que o português é língua oficial.


Fotografias de João Francisco Moura



A Guiné-Bissau, oficialmente República da Guiné-Bissau, é um país da costa ocidental de África que se estende desde o cabo Roxo até à ponta Cagete. Faz fronteira a norte com o Senegal, a este e sudeste com a Guiné-Conacri (ex-francesa) e a sul e oeste com o oceano Atlântico. Além do território continental, integra ainda cerca de oitenta ilhas que constituem o Arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos canais do rio Geba, de Pedro Álvares, de Bolama e de Canhabaque.

Foi uma colónia de Portugal desde o século XV até proclamar unilateralmente a sua independência, em 24 de Setembro de 1973, reconhecida internacionalmente - mas não pelo colonizador. Tal reconhecimento por parte de Portugal só veio em 10 de Setembro de 1974. A Guiné-Bissau, juntamente com Cabo Verde, foi a primeira colónia portuguesa no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal.

Actualmente faz parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), das Nações Unidas, dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e da União Africana.



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Preciso de… - Algumas profissões




Preciso de…

Preciso do médico
Para não ficar doente e assim estar contente. .

Preciso do polícia
Para cuidar da segurança sem necessidade de vingança.

Preciso do padeiro
Para eu comer o pão que ele faz com dedicação.

Preciso do carteiro
Para receber as cartas do estrangeiro.

Preciso da cabeleireira
Para me pentear e arranjar.

Preciso do trolha
Para minha casa fazer e eu lá viver.

Preciso do futebolista
Para golos marcar e a minha equipa ganhar.

Preciso da bombeira
Para apagar o fogo com a mangueira.

Preciso do professor
Para me ensinar a ler, escrever e contar.

Preciso do camionista
Para me levar a todo o lugar.

Preciso de todos
Para com seu trabalho me ajudar e numa pessoa útil me tornar.

TEXTO COLECTIVO

Retirado do blogue Sala dos oceanos