Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Carta de um escritor africano anónimo



O que acham desta Carta de um escritor africano anónimo que encontrei na internet?


Meu irmão branco...
Quando eu nasci, eu era negro.
Quando eu cresci, eu era negro.
Quando eu apanho sol, eu sou negro.
Quando eu estou com frio, eu sou negro.
Quando eu estou com medo, eu sou negro.
Quando eu estou doente, eu sou negro.
Quando eu morrer, eu serei negro.

E você, Homem Branco, quando você nasceu, era rosa.
Quando você cresceu, era branco.
Quando você vai apanhar sol, fica vermelho.
Quando você fica com frio, fica roxo.
Quando você está com medo, fica branco.
Quando você fica doente, fica verde.
Quando você morrer, ficará cinza.

Não percebo como depois de tudo isto, Homem Branco, você ainda tem o desplante de me chamar homem de cor!?